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24/06/2018 - 00h00min

COMPORTAMENTO

Especialista fala sobre o uso da tecnologia na dose certa

A tecnologia veio para ficar. É a forma como a usamos, que a transforma em algo bom ou ruim para as relações humanas

Pixabay/Divulgação Quando o assunto é tecnologia, encontre o equilíbrio!
Quando o assunto é tecnologia, encontre o equilíbrio!

Responda rápido você checa o tempo todo mensagem no celular? Não vive sem bateria?Se respondeu sim, melhor respirar fundo e analisar se não está a uma passo de se tornar escravo da tecnologia. Por outro lado se você é daqueles que evita redes sociais e só usa o celular para fazer ligação, pode ser que seus amigos comecem a se preocupar. Nos dias de hoje, onde a grande maioria está 24 horas conectado, quem nada contra a maré é visto como aberração. Mas será que é possível encontrar um equilíbrio virtual?

Saiba dosar

Segundo Ana Claudia o segredo é o equilíbrio pois tudo que é excesso vira um problema que precisa ser tratado com psicoterapia e ou acompanhamento psiquiátrico. "É necessário estabelecer limites, pois é importante ter consciência que o vício em tecnologia pode ser comparado ao vício de drogas e álcool e gera dependência e prejuízos que podem se manter por um longo período de tempo", pontua.

De mocinha...

Não dá pra negar, a tecnologia trouxe inúmeros benefícios e nesse caso ganha o título de mocinha. "A tecnologia ajuda a conectar as pessoas, disponibiliza informações a nível mundial, consolida conteúdos e informações para desenvolvimento e capacitação de forma acelerada como nunca foi possível antes e estimula o raciocínio com jogos eletrônicos", informa Ana Carnelossi, master coach da SBCoaching (Sociedade Brasileira de Coaching).

Para Ana além dos benefícios já citados, a tecnologia entra agora no século da era da inteligência artificial o que será um salto em termos de performance e consolidação de informações. 

...a vilã

A tecnologia é vista como vilã quando vira uma fuga ou tira o foco do trabalho e a capacidade de concentração. "Ao invés de ser usada como uma ferramenta que auxilia, ela passa a ser vista como algo central, que permeia toda e qualquer relação do sujeito com o mundo, principalmente por ser vista como indispensável na nossa sociedade", declara Leiliane Facchini, sicóloga clínica em Rio Preto.

Para Leiliane a percepção do uso exagerado da internet dificilmente é notado. "Não se pode ter a sensação de que perdeu algo, seja uma mensagem ou uma curtida no Facebook. Isso pode ser tornar patológico na medida que o sujeito deixa de viver no mundo real", alerta.

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