Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

Foi vendido como sucata, mas valia uma fortuna equivalente a 20 apartamentos

Por Fagner Gregório
03/03/2026
Créditos: Shutterstock

Créditos: Shutterstock

Uma escultura de bronze encontrada em um estado do meio-oeste dos Estados Unidos revelou como um objeto aparentemente sem valor pode esconder grande importância histórica. O item foi desenterrado anos antes por um morador enquanto organizava o jardim.

Considerando a peça apenas um bloco de metal oxidado e pesado, ele a vendeu por um preço baixo a um intermediário, sem suspeitar de sua relevância. Com superfície desgastada e detalhes pouco visíveis, a escultura passou despercebida até chegar às mãos de um colecionador atento.

Ele notou diferenças na qualidade do bronze e na execução artística em comparação com obras modernas. A observação levou à consulta de especialistas e ao início de uma análise técnica aprofundada.

Créditos: Facebook / @Hepsiçokguzel

Origem antiga e debate sobre propriedade

Historiadores da arte e arqueólogos examinaram a técnica de fundição, a composição do metal e os traços estilísticos. Os estudos indicaram que a peça datava do período do Império Romano, com cerca de 1.800 a 2.000 anos.

A descoberta elevou significativamente seu valor e levantou questionamentos sobre como um artefato romano foi parar nos Estados Unidos. Esculturas romanas em bronze são raras, pois muitas foram derretidas ao longo dos séculos para reutilização do metal, especialmente em tempos de guerra ou crise.

Exemplares preservados costumam alcançar valores milionários em leilões internacionais, devido à escassez e à relevância histórica. Após a confirmação da origem antiga, surgiram debates legais e éticos sobre a posse da obra.

As leis sobre propriedade de artefatos arqueológicos variam, e casos semelhantes já geraram disputas entre colecionadores, autoridades e possíveis países de origem. Especialistas reforçam a importância de avaliar cuidadosamente objetos metálicos antigos antes de descartá-los, pois podem representar patrimônio cultural significativo.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação. Escreve principalmente sobre programas sociais como Bolsa Família, Caixa Tem e benefícios do Governo.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Sexto menor país da Europa é conhecido como o “Paraguai da Europa”

09/06/2026
Créditos: Instagram/Thiago Almada

Thiago Almada rejeita o Flamengo e define onde quer jogar em 2026

09/06/2026
Créditos: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Brasileiros nascidos em julho já têm data para receber o Saque-Aniversário do FGTS

09/06/2026
Créditos: Gilvan de Souza/Flamengo

Enquanto um técnico português rejeitou treinar o Flamengo, Sampaoli acertou com um novo clube

09/06/2026
Créditos: Magnific

O que acontece se eu encontrar uma pepita de ouro no meu terreno?

09/06/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Variedades
  • Economia
  • Contato
  • Política
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades