{"id":10827,"date":"2026-01-25T18:30:00","date_gmt":"2026-01-25T21:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/variedades.diariodaregiao.com.br\/?p=10827"},"modified":"2026-01-21T10:48:51","modified_gmt":"2026-01-21T13:48:51","slug":"tradicionais-queijos-do-brasil-podem-mudar-de-nome-apos-acordo-da-mercosul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodaregiao.com.br\/variedades\/tradicionais-queijos-do-brasil-podem-mudar-de-nome-apos-acordo-da-mercosul\/","title":{"rendered":"Tradicionais queijos do Brasil podem mudar de nome ap\u00f3s acordo da Mercosul"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia vem avan\u00e7ando em acordos comerciais que podem impactar em diferentes segmentos, entre eles, alguns que chamam a aten\u00e7\u00e3o por poder mudar o nome de produtos tradicionais do Brasil, incluindo queijos conhecidos nacionalmente. Queijos como parmes\u00e3o e gorgonzola s\u00e3o os mais afetados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objetivo por tr\u00e1s disso \u00e9 proteger marcas europeias, garantindo que apenas produtos produzidos na UE usem certos nomes, sem prejudicar a produ\u00e7\u00e3o local. No entanto, o Brasil poder\u00e1 continuar produzindo vers\u00f5es desses produtos, mas com nomes diferentes, mesmo assim, alguns problemas econ\u00f4micos podem surgir a partir disso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns queijos, como mussarela, queijo minas e requeij\u00e3o, n\u00e3o devem sofrer altera\u00e7\u00f5es. At\u00e9 mesmo produtos muito populares ter\u00e3o exce\u00e7\u00f5es, garantindo que o consumidor continue encontrando vers\u00f5es brasileiras com nomes familiares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Produtores alertam que a mudan\u00e7a pode afetar neg\u00f3cios familiares que dependem do reconhecimento desses nomes. No entanto, especialistas afirmam que isso tamb\u00e9m ajuda na cria\u00e7\u00e3o de oportunidades por conta da necessidade de novos nomes para fortalecer a identidade dos queijos brasileiros no mercado interno e internacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O governo acompanha de perto as negocia\u00e7\u00f5es, de olho na estrat\u00e9gia de equilibrar o com\u00e9rcio e prote\u00e7\u00e3o de marcas, preservando o mercado interno e abrindo espa\u00e7o para exporta\u00e7\u00f5es. At\u00e9 mesmo pequenas empresas podem se beneficiar, criando r\u00f3tulos que valorizem a origem brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mudan\u00e7as na rotulagem exigir\u00e3o adapta\u00e7\u00f5es em embalagens e campanhas de marketing. No entanto, o sabor e a qualidade dos queijos nacionais devem permanecer os mesmos, garantindo que o consumidor n\u00e3o perca a experi\u00eancia tradicional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A princ\u00edpio, conclui-se que o acordo \u00e9 um passo importante para alinhar regras internacionais e fortalecer a competitividade brasileira. Justamente por isso, produtores e associa\u00e7\u00f5es est\u00e3o em di\u00e1logo constante para minimizar impactos e aproveitar oportunidades de crescimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que gorgonzola e parmes\u00e3o mudar\u00e3o de nome no Brasil?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses dois tipos de queijo ter\u00e3o que mudar de nome no Brasil porque seus nomes s\u00e3o protegidos pela Uni\u00e3o Europeia como indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, ou seja, apenas queijos produzidos em regi\u00f5es espec\u00edficas da It\u00e1lia, seguindo regras tradicionais, podem usar oficialmente esses nomes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia vem avan\u00e7ando em acordos comerciais que podem impactar em diferentes segmentos, entre eles, alguns que chamam a aten\u00e7\u00e3o por poder mudar o nome de produtos tradicionais do Brasil, incluindo queijos conhecidos nacionalmente. 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