{"id":22971,"date":"2026-04-22T07:00:00","date_gmt":"2026-04-22T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodaregiao.audiencelabs.com.br\/?p=22971"},"modified":"2026-04-20T15:29:57","modified_gmt":"2026-04-20T18:29:57","slug":"planta-brasileira-e-usada-por-cientistas-para-produzir-prata-de-forma-inovadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodaregiao.audiencelabs.com.br\/planta-brasileira-e-usada-por-cientistas-para-produzir-prata-de-forma-inovadora\/","title":{"rendered":"Planta brasileira \u00e9 usada por cientistas para produzir prata de forma inovadora"},"content":{"rendered":"\n<p>Pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) desenvolveram um m\u00e9todo inovador que utiliza uma planta brasileira para a produ\u00e7\u00e3o de nanopart\u00edculas de prata. Essa abordagem, que se destaca por ser sustent\u00e1vel, n\u00e3o gera res\u00edduos t\u00f3xicos, o que representa uma significativa melhoria em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos tradicionais de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As nanopart\u00edculas de prata s\u00e3o estruturas em escala nanom\u00e9trica que possuem propriedades antimicrobianas, antif\u00fangicas e antivirais. Elas s\u00e3o amplamente utilizadas em diversos produtos do cotidiano, como curativos, equipamentos m\u00e9dicos e embalagens aliment\u00edcias.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a produ\u00e7\u00e3o convencional dessas nanopart\u00edculas frequentemente envolve o uso de reagentes qu\u00edmicos t\u00f3xicos, que podem causar danos ao meio ambiente e \u00e0 sa\u00fade humana. A pesquisa da USP oferece uma alternativa vi\u00e1vel, utilizando o extrato aquoso da arnica como agente redutor natural.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">M\u00e9todo de s\u00edntese verde<\/h2>\n\n\n\n<p>O m\u00e9todo desenvolvido pelos cientistas da USP \u00e9 denominado s\u00edntese verde, onde o extrato da arnica \u00e9 colocado em contato com \u00edons de prata. Os compostos bioativos presentes na arnica atuam como agentes redutores, convertendo os \u00edons met\u00e1licos em nanopart\u00edculas de prata de forma eficiente e segura.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa t\u00e9cnica n\u00e3o apenas elimina a necessidade de solventes perigosos, mas tamb\u00e9m reduz o consumo energ\u00e9tico do processo, tornando-o mais sustent\u00e1vel. A ideia de utilizar a arnica brasileira surgiu no Laborat\u00f3rio de Controle Ambiental da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), onde o grupo de pesquisa j\u00e1 tinha experi\u00eancia com processos verdes e materiais reciclados.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha da arnica se baseou em investiga\u00e7\u00f5es sobre plantas com potencial redutor, e os pesquisadores descobriram que seus compostos bioativos eram eficazes na redu\u00e7\u00e3o de \u00edons met\u00e1licos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores da USP j\u00e1 registraram o pedido de patente para o m\u00e9todo de s\u00edntese verde e est\u00e3o trabalhando em uma aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica que envolve a incorpora\u00e7\u00e3o das nanopart\u00edculas de prata em nanofibras para filtra\u00e7\u00e3o de ar.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) desenvolveram um m\u00e9todo inovador que utiliza uma planta brasileira para a produ\u00e7\u00e3o de nanopart\u00edculas de prata. 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