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Alimento mais perigoso do mundo que as pessoas comem toda semana, segundo farmacêutico

Por Isa Luciano
08/03/2026
Créditos: Reprodução YouTube Sento Segarra

Créditos: Reprodução YouTube Sento Segarra

Um alimento comum nas mesas de fim de semana entrou na mira de especialistas em saúde. Segundo o farmacêutico e divulgador Sento Segarra, a batata frita pode ser mais prejudicial do que muitos imaginam.

Popular como acompanhamento de lanches rápidos, ela é consumida semanalmente por grande parte da população. O alerta é para a frequência e para a forma de preparo.

Créditos: Joyce Panda/Unsplash

Riscos associados ao consumo frequente

De acordo com Segarra, ingerir batata frita mais de duas vezes por semana está ligado ao aumento do risco cardiovascular. O problema não está apenas no alimento, mas na transformação química que ocorre durante a fritura.

A combinação de amido, óleos refinados e altas temperaturas altera as propriedades originais da batata. Nesse processo, formam-se compostos potencialmente nocivos ao organismo.

Entre eles está a acrilamida, substância gerada quando alimentos ricos em amido são submetidos a calor intenso. Também surgem os chamados produtos finais de glicação avançada, associados a inflamação e danos metabólicos.

Esses compostos estão relacionados a maior risco de doenças cardiovasculares. O consumo frequente pode contribuir para processos inflamatórios silenciosos no corpo.

O papel dos acompanhamentos

Outro ponto destacado pelo farmacêutico é o uso de molhos industrializados. O ketchup, por exemplo, costuma conter xaropes de glicose ou frutose e amidos adicionados.

A combinação entre batata frita e molhos açucarados favorece picos de glicemia. Isso pode aumentar o risco metabólico e intensificar processos inflamatórios.

Ainda assim, o especialista adota tom moderado. Ele não defende a exclusão total do alimento, mas recomenda que seja consumido de forma eventual.

Em alerta recente, Segarra também citou bebidas alcoólicas destiladas como prejudiciais ao fígado. Segundo ele, o órgão entra em “modo de emergência” sempre que precisa metabolizar altas doses de álcool, independentemente do dia da semana.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Isa Luciano

Isa Luciano

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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