A Caixa Econômica Federal começou nesta quinta-feira (12) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família. Ao todo, cerca de 18,8 milhões de famílias brasileiras serão contempladas neste mês, com valor mínimo de R$ 600 por beneficiário.
Os primeiros a receber são os inscritos com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. O calendário segue de forma escalonada nos últimos dez dias úteis do mês, conforme o dígito final do NIS.
Pagamento unificado em estados com situação de emergência
Além do cronograma regular, moradores de municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública terão o pagamento antecipado, independentemente do número final do NIS.
A medida contempla localidades nos estados do Amazonas, Bahia, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe, garantindo que as famílias afetadas recebam o benefício sem precisar aguardar o calendário tradicional.
Benefícios adicionais elevam valor recebido
Embora o valor mínimo seja de R$ 600, muitas famílias recebem quantias superiores devido aos adicionais previstos no programa.
Entre eles está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses de idade. Também há um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos, além de R$ 150 extras para cada criança de até 6 anos.
Regra de proteção mantém auxílio parcial
Cerca de 2 milhões de famílias permanecem enquadradas na chamada regra de proteção. A medida permite que beneficiários que tenham conseguido emprego e aumentado a renda continuem recebendo 50% do valor do Bolsa Família por um período determinado.
Atualmente, o prazo é de até um ano para novos enquadramentos, desde que a renda por integrante não ultrapasse meio salário mínimo. Famílias que ingressaram na regra até maio de 2025 mantêm o direito de permanecer por até dois anos.






