Depois de sofrer com enchentes, cidade portuguesa encontrou a solução para o problema criando um grande parque. A cidade em questão é Setúbal, que frequentemente era acometida pelas fortes chuvas e pela cheia do rio que banha o território.
Visando mitigar os efeitos dessa combinação que pode ser devastadora para o cenário urbano, as autoridades locais desenvolveram um projeto com dupla bacia de retenção de águas. Algo que também foi feito no plano de drenagem em construção em Lisboa.
Em Setúbal, foi utilizado um terreno de 19 hectares, com custo menor que o da capital, que contempla bacias de retenção na Ameixoeira, Alto da Ajuda, Parque Eduardo VII, Parque Oeste, Campo Grande, Quinta da Granja, Vale Fundão e no Vale de Chelas.
A obra tem capacidade para reter 240 mil metros cúbicos de água, o equivalente a cerca de 100 piscinas olímpicas. Vereador da Proteção Civil da Câmara de Setúbal, Paulo Maia explicou o projeto destacando sua importância e lembrando que o espaço não é um parque urbano.
“O processo da candidatura foi feito nos executivos anteriores, e este último Executivo fez um aporte, de parque urbano, que é o que muita gente achava que o espaço era. Mas o espaço não é um parque urbano, é uma bacia de retenção de águas. E também vai ter uma segunda valência, o parque urbano da várzea. Havia que dar ao espaço uma vida diferente”, disse o vereador.
Bacia foi construída em 15 meses
O prazo de construção da estrutura foi de 15 meses. Já o custo total do projeto girou em torno de 1,28 milhões de euros. Desse montante, 321 mil euros ficaram a cargo do município de Setúbal.





