Em muitos lares brasileiros a geladeira costuma ser um verdadeiro mural: imãs por todas as partes, cartões postais, fotos, listas de compra e por aí vai. E uma dúvida comum das pessoas é se esse tanto de ímã afeta no resultado da conta de energia de alguma maneira.
Embora essa possa ser a impressão que dá, ela não passa de um mito. Existem, sim, pequenos objetos que realmente podem consumir energia, por assim dizer, mas não possuem relação com os ímãs. Portanto, não é preciso tirar as lembranças da porta da geladeira com medo de pesar mais no bolso.

Os pequenos ímãs que costumamos ter em nossas geladeiras possuem por volta de 0,01 T (cerca de 100 G). Isso está muito longe do nível necessário para afetar o sistema de refrigeração de uma geladeira ou compressor. Os compressores, por exemplo, têm uma estrutura metálica que amortecem influências externas.
Além disso, o ímã não possui qualquer mecanismo para aumentar o consumo. Se por um acaso o consumo estiver além do normal, a causa quase sempre está ligada às condições de operação: má circulação de ar, sujeira na parte traseira, porta que não veda da maneira correta ou então uma cozinha mais quente.
Ímãs podem causar danos
Apesar de não aumentar o consumo de energia, os ímãs podem, sim, causar danos à geladeira. Porém, trata-se de algo muito mais ligado a parte estética – que também pode acabar gerando impacto no bolso do trabalhador.
Ímãs mais pesados ou aqueles que possuem uma superfície áspera podem riscar a pintura do eletrodoméstico. Além disso, podem apresentar umidade embaixo deles que causa manchas ou corrosão ao longo do tempo.




