O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem tudo esquematizado para caso seja atacado pelo Irã. O mandatário do país norte-americano assinou um memorando que autoriza uma abordagem dura por parte das Forças Armadas e que possui instruções de como responder se ele for o alvo de uma possível investida.
Após a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, Trump teme um plano de assassinato iraniano. Por isso, delimitou instruções para sua equipe agir caso alguma coisa venha a acontecer. Ao assinar o documento, no Salão Oval, ele descreveu a medida como “muito difícil”.

“Se eles fizerem isso, serão destruídos”, declarou. Questionado por repórteres, o presidente estadunidense frisou mais uma vez que o Irã não pode ter uma arma nuclear e que espera que um acordo possa ser fechado com Teerã em breve, assim colocando um fim no conflito.
“Estou assinando, mas espero que não tenhamos que usá-lo. Veremos se podemos ou não arranjar ou elaborar um acordo com o Irã, e talvez isso seja possível e talvez não seja possível. Então, estou assinando isso e estou infeliz em fazê-lo, mas realmente não tenho muita escolha porque temos que ser fortes e firmes”, acrescentou.
Donald Trump não quer Irã com bomba nuclear
Trump deixa muito claro o motivo das ações recentes contra o Irã: conter as ambições relacionadas ao armamento nuclear do país árabe. O presidente dos EUA deseja um acordo com o outro lado para interromper os ataques e selar a paz.
Essa questão, vale lembrar, já havia sido abordada por ele em seu primeiro mandato, com o acordo de suas sanções conhecido como Plano de Ação Conjunto Global. Tratava-se de uma estratégia de “pressão máxima” de sanções, destinada a convencer o Irã a abandonar o programa nuclear.
As sanções foram mantidas por Joe Biden. Trump indicou que estaria disposto a conversar com Teerã, mas sem abrir mão de sua convicção de impedir que o país obtenha armas nucleares.





