Os bilionários do mundo todo seguem fazendo mais e mais dinheiro. De acordo com o relatório divulgado pela Oxfam, a riqueza global dos bilionários cresceu mais de 16% ao longo de 2025, alcançando o patamar histórico de nada menos que US$ 18,3 trilhões.
Para se ter uma ideia, o crescimento registrado no ano passado foi mais rápido que a média dos últimos cinco anos. De 2020 para cá, a fortuna dos super-ricos cresceu 81%. Trata-se do grupo que controla mais da metade das empresas de mídia globais e detém o controle de todas as redes sociais.

Pela primeira vez, a quantidade de bilionários superou 3 mil pessoas. E quem mais se destaca nesse seletíssimo grupo é Elon Musk. Homem mais rico do planeta, o empresário sul-africano, dono da Tesla, chegou a marca de meio trilhão de dólares de patrimônio.
Se no topo da pirâmide o cenário é cada vez mais favorável aos ricos, metade da população mundial continua vivendo abaixo da linha da pobreza. Miséria essa que, dentre outros fatores, é impulsionada pela concentração de renda nas mãos de poucos.
Brasil está cheio de bilionários
Dos 3 mil bilionários existentes no mundo, 66 estão no Brasil. Esse pequeno grupo concentra US$ 253 bilhões, o que constitui a maior fortuna da América Latina.
Nenhum outro país da América Latina e do Caribe reúne tantos bilionários quanto o território brasileiro. Isso é fruto, por exemplo, de um sistema tributário que penaliza mulheres, negros e famílias de baixa renda com uma carga maior sobre o consumo.
A mesma desigualdade a nível global se desenvolve por aqui, sendo resultado de escolhas políticas equivocadas ao longo de séculos.





