O ano começou com aumento no salário mínimo no Brasil, passando a R$ 1.621 com o acréscimo de R$ 103. Em contrapartida, o custo de vida em determinadas regiões do país continuou elevado e, em alguns casos, bem acima do salário-base nacional.
É o que acontece em Manaus, por exemplo. O custo médio de vida mensal na capital amazonense é de R$ 2.990, ou seja, quase duas vezes mais que o valor do novo salário mínimo. Um cenário que dificulta a vida de uma parcela considerável da população.

O custo de vida do estado está abaixo da média nacional, mas a renda também está em um patamar inferior. Isso faz com que as despesas fixas consumam boa parte do dinheiro de uma família. Com os preços lá em cima e a renda média apertada, manter o equilíbrio financeiro virou uma missão árdua para os amazonenses.
Um estudo recente elaborado pelo Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, apontou que a organização do orçamento doméstico é um grande desafio para a maioria das pessoas. Fragilidade relacionada à educação financeira do cotidiano.
Salário mínimo aumentou em 2026
No começo do ano, o salário mínimo brasileiro teve um reajuste de 6,79%, o equivalente a R$ 103, e passou a ser R$ 1.621. O aumento seguiu a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB),
Embora seja um valor significativo para o bolso de parte da população, ainda assim tratou-se de uma mudança irrisória considerando o que seria o ideal. Aliás, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o fato de as cifras não corresponderem com o que deveria ser de fato o salário-base nacional.





