Os Estados Unidos vem realizando grandes movimentações militares e diplomáticas desde a reta final do ano passado, se intensificando ainda mais nesse início de 2026. O movimento da vez ganhou ainda mais destaque, ao firmar acordo nuclear com país que faz fronteira com a Ucrânia.
Os esforços de cooperação energética vem sendo uma das prioridades do governo de Donald Trump, principalmente em suas relações com aliados em regiões consideradas sensíveis. O acordo firmado recentemente foi com país “vizinho” dos ucranianos, no caso, a Eslováquia.
Um acordo de cooperação nuclear será firmado entre os dois países, isso que foi confirmado em anúncio do primeiro-ministro do país europeu, Robert Fico. Se trata da construção de um novo reator na usina de Jaslovské Bohunice.
“Trabalhando com parceiros americanos, queremos construir um enorme novo bloco no local da usina nuclear existente em Jaslovské Bohunice, que pertencerá inteiramente ao estado”, disse.
Esse anúncio representa um novo capítulo nas relações bilaterais entre Bratislava e Washington, capitais de ambos os países. Isso acontece especialmente em um momento em que a segurança energética se tornou uma das grandes prioridades centrais na agenda política do continente.
O projeto é pela construção de um novo reator nuclear que será feito com a participação da empresa americana Westinghouse, especialista em energia nuclear. Ela contará com a capacidade de cerca de 1.200 megawatts, superando as unidades que já estão em operação por lá.
Essa cooperação entre os países visa não apenas ampliar a produção de energia limpa e segura, mas também fortalecer os laços estratégicos entre eles. A assinatura do acordo está prevista para ocorrer em Washington, sinalizando essa parceria simbólica.
Acordo Nuclear pode ter importante ponto a ser observado
Especialistas afirmam que um dos pontos a serem observados por trás desse acordo nuclear, além de impulsionar a capacidade energética do país, é de que a parceria pode ter implicações geopolíticas mais amplas, muito por conta da presença americana ser reforçada em uma região próxima à fronteira com a Ucrânia.





