Os Estados Unidos estão no centro em diferentes quesitos no cenário mundial, principalmente no âmbito político, diplomático e militar nos últimos meses. O país norte-americano agora também está com um grande projeto inovador para captar energia.
O país começou a testar no Oceano Pacífico um sistema inovador que usa espécies de bolas gigantes para captar energia das ondas e transformá‑la em eletricidade. A ideia é antiga, no entanto, agora o chamado projeto Ocean‑2, criado pela empresa Panthalassa, mostra resultados promissores em águas reais depois de testes realizados.
O dispositivo em questão, que de fato parece uma ‘bola gigante’, tem formato esférico de cerca de 10 metros de diâmetro e flutua juntamente com o movimento natural das ondas. Ele não resiste ao mar como equipamentos rígidos do passado, mas acompanha o andamento das ondas para gerar energia de forma mais eficiente e duradoura.
O interesse por trás disso é para obter a energia das ondas que é conhecida como energia ondomotriz, vista como uma das fontes renováveis mais constantes e potentes. A força dos oceanos é justamente o que resultou no fracasso de muitos projetos que já aconteceram até hoje.
A Ocean‑2 tenta superar essas dificuldades usando materiais compostos e sistemas hidráulicos com componentes que flexionam e se adaptam ao mar. Durante os testes, o aparelho chegou a gerar picos de até 50 quilowatts em condições favoráveis, mostrando um avanço considerável nessa tecnologia.
Para que será usada essa energia?
O simples fato de que a energia ondomotriz seja renovável já faz com que seja de grande interesse, no entanto, os Estados Unidos, com esse projeto, busca gerar eletricidade limpa e constante para abastecer redes elétricas locais. Vale ressaltar que ela também pode complementar outras energias, como a solar e eólica, principalmente em regiões costeiras, onde o mar é forte e constante.





