Os Estados Unidos decidiram reativar uma base militar próxima da China, localizada a pouco mais de 1 mil km de Taiwan. A estrutura, que até então estava inativa, fica na Baía de Subic, no oeste de Luzon, nas Filipinas, que voltou a atrair a atenção política.
A instalação costeira voltou a ser considerada estratégica após ser impulsionada por investimentos estrangeiros e também por conta do aumento das tensões regionais. Não por acaso, recebeu os olhares dos EUA novamente, fruto de uma aliança com as Filipinas e com a Coreia do Sul.

A colaboração entre os países têm transformado o espaço que por muito tempo foi um porto civil em uma zona de interesse militar e industrial. Os desenvolvimentos têm sido discretos, porém constantes. O local agora abriga novos ativos logísticos, atividades de construção naval comercial e novas considerações de defesa.
A base que um dia foi a maior dos Estados Unidos na Ásia aos poucos pode estar entrando em uma segunda fase de operações. Tudo em meio ao acirramento do discurso do presidente Donald Trump em relação à expansão do domínio estadunidense no mundo.
EUA alugou armazém na Baía de Subic
O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA alugou um armazém de 5.300 metros quadrados dentro do antigo Depósito de Suprimentos Navais da Baía de Subic.
Em 2025, a Câmara dos Representantes do país norte-americano instruiu o Departamento de Defesa a estudar a viabilidade da produção de munições implantadas em áreas avançadas no Indo-Pacífico até 2026.
Segundo a imprensa internacional, a Baía de Subic está entre os candidatos na avaliação das autoridades estadunidenses. O estudo inclui a potencial produção de materiais precursores de explosivos, como nitrocelulose e nitroglicerina.





