Bilionário que fez fortuna com efeitos visuais em Hollywood veio se aventurar no futebol brasileiro e comprou clube por aqui. O “ricaço” em questão é o empresário estadunidense John Textor, mais conhecido no país por ser o dono do Botafogo de Futebol e Regatas.
Uma boa parte da fortuna de Textor é proveniente de investimentos em tecnologia e entretenimento. Um de seus empreendimentos, por exemplo, é a Digital Domain, empresa que produz efeitos visuais e de realidade aumentada para a indústria cinematográfica.
A Digital Domain foi responsável pelos efeitos de diversos filmes conhecidos. O principal deles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, que rendeu à companhia nada menos que um Oscar de Melhor Efeito Visual. Além disso, o empresário também é dono da fuboTV, empresa voltada para o streaming esportivo.

Apaixonado por esporte, Textor resolveu deixar suas outras atividades um pouco de lado para se arriscar no futebol. Através do grupo Eagle Football Holdings, adquiriu agremiações como Lyon (França), RWD Molenbeek (Bélgica), Crystal Palace (Inglaterra) e Botafogo.
O processo de compra da SAF do Glorioso se deu em 2022 e custou aos cofres da Eagle R$ 400 milhões. Esse movimento ajudou a reerguer a equipe carioca em um primeiro momento, porém agora é alvo de críticas por parte dos botafoguenses.
Torcida do Botafogo teme gestão Textor
Passada a bonança do ano de 2024, um dos mais importantes da história do Botafogo, a torcida começa a ficar com um pé atrás em relação a administração de Textor.
Desde que o estadunidense assumiu o controle do clube, tudo o que envolve o caixa alvinegro é um mistério. Movimentações de mercado mal explicadas, contratações não pagas, como a de Thiago Almada.
O não pagamento pelo compromisso assumido em relação a aquisição do meia argentino junto ao Atlanta United rendeu um transfer ban ao time carioca, que se vê impedido de registrar novos atletas.
Recentemente, Textor anunciou um aporte de 50 milhões de dólares (R$ 264 milhões) da Eagle para o Fogo pagar a dívida. Acontece que esse dinheiro seria apenas um empréstimo, com juros que podem comprometer mais ainda a saúde financeira da instituição.





