O Banco do BRICS ajudará na construção da maior obra de infraestrutura do Brasil. Trata-se do projeto Graça Aranha – Silvânia, que conectará a subestação de Silvânia, em Goiás, à subestação de Graça Aranha, no Maranhão, passando por Tocantins, e terá cerca de 1.500 quilômetros de extensão.
Contratada em 2023, a obra envolve três estados da federação e abrange 42 municípios, sendo fruto da retomada do planejamento do setor de energia. Com investimento estimado em R$ 20 bilhões, a construção deve gerar mais de 30 mil empregos, conforme prevê o Ministério de Minas Energia.
Recentemente, o ministro Alexandre Silveira, líder da pasta, reuniu-se com Dilma Rousseff, presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), em Xangai. No encontro, ambos discutiram a atração de investimentos para áreas estratégicas para o crescimento econômico brasileiro.

Um dos projetos apoiados pelo NBD no Brasil é o linhão Graça Aranha–Silvânia, considerado fundamental para fortalecer o sistema elétrico e possibilitar a integração de novas fontes renováveis à matriz energética do território brasileiro.
“O Brasil vive um momento de retomada do planejamento de longo prazo, com segurança institucional e foco no desenvolvimento sustentável. O Banco do BRICS, sob a presidência de Dilma Rousseff, é um aliado estratégico nesse esforço de ampliar investimentos, gerar empregos e acelerar a transição energética”, declarou Silveira.
NBD é aliado do Governo Federal do Brasil
O Graça Aranha–Silvânia não é o único projeto financiado pelo Banco do BRICS por aqui. A instituição apoia iniciativas no setor de energias renováveis, além de ações voltadas à iluminação solar, melhoria de distribuição de energia e modernização de infraestrutura.
Sob a gestão da ex-presidente Dilma, o NBD tem ampliado seu papel de atuação no financiamento de projetos em economias emergentes.





