Muitas marcas badaladas de luxo faturam bilhões de reais anualmente, possuem donos e estão presentes na bolsa de valores. Não é o caso da Rolex, que, embora faça bilhões por ano, não está sob a posse de uma pessoa e também não vende ações.
Fundada em 1905 por Alfred Davis e o seu cunhado, Hans Wilsdorf, a renomada marca de relógios só ganhou esse nome em 1919 quando sua sede foi transferida para a Chaux-de-Fonds, na Suíça. Já em 1944, após a morte de sua esposa, Wilsdorf criou a Fundação Hans Wilsdorf.

Esse fundo privado passou a ter todas as ações da Rolex, assim garantindo que todo o lucro fosse destinado à caridade e não para a mão de acionistas. Com o falecimento de Wilsdorf, em 1960, o fundo fiduciário passou a ser proprietário da marca suíça.
Por ser uma empresa com fins lucrativos, mas ser detida por uma associação sem esse fim, é difícil dizer para onde vai de fato o dinheiro da empresa. Certo é que a luxuosa companhia de relógios investe na parte social, destinando recursos ao ao ambiente, à ciência e à arte.
Rolex faz fortuna pelo mundo
Para onde vai tanto dinheiro não se sabe ao certo. A única certeza que se tem é que a empresa fatura muita grana com os relógios de luxo que são vendidos mundo afora.
Só em 2023, por exemplo, a companhia embolsou nada menos que US$ 11,5 bilhões (R$ 58 bilhões, na cotação da época) com os 1,24 milhão de relógios que produziu.




