Nelson Piquet é um dos maiores nomes da história da Fórmula 1. Com seus feitos alcançados como piloto, o brasileiro fez muito dinheiro. Mas foi fora das pistas da categoria automobilística que ele conseguiu multiplicar o que ganhou e realmente fez fortuna.
Piquet encerrou sua trajetória como piloto profissional em 1992, após sofrer um grave acidente nas 500 Milhas de Indianápolis. A partir daí, passou a se dedicar completamente ao empreendedorismo, visando, principalmente, fazer a grana que ganhou girar.

Na época, sua grande aposta foi a AutoTrac, empresa pioneira em monitoramento de veículos por satélite. Não demorou muito para a companhia crescer e se tornar uma das maiores do país. De acordo com dados de 2020, o negócio teve lucro superior a R$ 60 milhões – ele detém 70% da marca.
Além da AutoTrac, o tricampeão mundial também criou a Piquet Pneus, uma parceria feita com a Pirelli, e investiu em carros de luxo. Ou seja, foi diversificando sua fonte de renda e consolidando cada vez mais tudo o que acumulou ao longo dos anos como piloto.
Mas nem todas as tentativas deram certo. Convém lembrar da aquisição do autódromo de Brasília, em 1996, que passou a levar seu nome. Por conta de dificuldades financeiras, o espaço precisou ser fechado para reformas e está inativo desde 2014.
Nelson Piquet fez história na Fórmula 1
Piquet não é apontado como um dos maiores nomes da história da F1 por acaso. Sua habilidade no volante e inteligência estratégica eram seu grande diferencial.
Foi assim que conquistou os campeonatos mundiais de 1981 e 1983, pilotando o carro da Brabham, e de 1987, conduzindo o carro da Williams, Ao todo,somou 23 vitórias e 60 pódios ao longo de sua trajetória profissional.





