Um país assumiu a liderança como o país mais barato da América do Sul em 2026, segundo o índice de custo de vida do Numbeo. O levantamento considera preços de bens, serviços e aluguel, oferecendo uma visão ampla das despesas mensais.
Com índice de 18,98, esse país ultrapassou o Paraguai, que aparece em segundo lugar, com 20,30, mantendo-se ainda entre os países de menor custo da região. O resultado ocorre em um contexto regional marcado por inflação persistente e aumento do custo da moradia em vários países.
Nesse cenário, a diferença entre Bolívia e Paraguai se torna relevante, já que ambos figuram como opções de menor pressão sobre o orçamento familiar. A liderança boliviana indica que viver no país demanda gastos ainda mais reduzidos em comparação ao vizinho, que vinha sendo apontado como referência em baixo custo de vida.

Como o ranking mede o custo de vida
O índice do Numbeo combina preços de produtos básicos, serviços, transporte e aluguel. Essa metodologia permite avaliar não apenas o consumo diário, mas também o peso da moradia nas despesas mensais.
No caso da Bolívia, o desempenho reflete custos mais baixos em diferentes frentes, especialmente no mercado imobiliário e em serviços essenciais. O Paraguai, apesar de perder a primeira posição, mantém vantagem significativa sobre outros países sul-americanos.
O Brasil, Argentina, Chile e Peru apresentam índices superiores, o que preserva o país como alternativa competitiva para quem busca viver ou investir com custos menores. A diferença entre Paraguai e Uruguai, por exemplo, segue expressiva, já que o país uruguaio lidera o ranking de custo mais elevado da região.





