Um dos parceiros comerciais do Brasil proibiu o uso de sacolas plásticas em seu território a partir do dia 31 de janeiro. Trata-se da Etiópia, que criou uma lei que veta a produção, a importação, o armazenamento, a venda e a utilização desse tipo de produto.
Essa iniciativa tem como objetivo preservar o meio ambiente e reduzir os riscos à saúde da população em relação a doenças graves, como câncer. Uma sacola plástica que está presente no nosso dia a dia pode permanecer por mais de 100 anos no solo sem se decompor, contribuindo para a degradação na natureza.

De acordo com o governo etíope, as pessoas que forem flagradas utilizando ou guardando sacolas plásticas estarão sujeitas a multas que variam de 2 mil a 5 mil birrs etíopes (entre R$ 60 a R$ 170). As autoridades pedem que a população contribua ativamente para a redução do uso de sacolas e para a preservação ambiental.
A Etiópia segue o que outros países integrantes vêm fazendo para reduzir o excesso de resíduos plásticos e preservar o meio ambiente. Recentemente, os Emirados Árabes proibiram o uso de produtos plásticos descartáveis. Já na Tailândia, a importação de resíduos plásticos é proibida.
Etiópia é parceira do Brasil
Na semana passada, representantes brasileiros estiveram presentes na inauguração do Escritório de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores em Adis Abeba, capital da Etiópia e sede da União Africana.
Participaram da cerimônia o diretor da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), embaixador Ruy Pereira, além de autoridades brasileiras, etíopes e representantes de organismos regionais e internacionais.
O evento marcou um passo importante no fortalecimento das relações internacionais entre o Brasil e o continente africano, incluindo a Etiópia.





