Crianças e adolescentes que cresceram nas décadas de 60 e 70 possuem qualidades mentais que estão ficando cada vez mais raras nos dias de hoje. Pelo menos é isso o que apontam psicólogos e pesquisadores, que acompanham de perto o assunto.
Quem cresceu nas décadas citadas aprendeu desde cedo a lidar com responsabilidades reais e a resolver conflitos de forma eficaz. Era um ambiente de mais interação humana, contato com o mundo de fato, o que ajudou a moldar suas estruturas psíquicas.
Ao contrário do que acontece atualmente. Uma parte considerável das crianças e adolescentes de gerações mais novas foram criados em uma realidade completamente distinta. De muito menos interação com o real e mais ligação com o virtual – algumas gerações já nasceram imersas na internet.
Hoje, as necessidades são outras. Em um mundo repleto de estímulos visuais, os mais novos não precisam lidar com o mesmo panorama de antes. Consequentemente, não desenvolvem as mesmas aptidões de seus antepassados. Criam outras competências, mas nem de perto com as qualidades das mais antigas, por assim dizer.
Lidar com situações humanas reais faz com que os mais velhos tenham uma maturidade emocional e comportamental muito mais desenvolvida. São mais hábeis em lidar com adversidades, enquanto os mais novos são mais dependentes.
Veja abaixo as 8 qualidades mentais raras, de acordo com a psicologia
- Atenção e concentração
- Lidar com as expectativas
- Tolerância ao desconforto sem entrar em pânico
- A percepção de que o resultado depende do esforço
- A recompensa não é instantânea
- Capacidade de lidar com os conflitos cara a cara
- Separar as decisões práticas das emoções
- Resiliência psicológica baseada em tentativa e erro





