No Brasil, transportar fósseis sem a devida autorização legal é considerado crime, resultando em prisão, multas e apreensão do material. Os fósseis são classificados como bens da União e estão protegidos por lei, constituindo parte do patrimônio cultural e natural do país.
A legislação brasileira proíbe a coleta, comercialização, posse e transporte de fósseis sem autorização do Poder Público, especificamente da Agência Nacional de Mineração (ANM). O transporte de fósseis sem autorização pode configurar crime ambiental e contra o patrimônio, com penas de um a cinco anos de detenção, sobretudo quando associado ao tráfico internacional.

O que fazer ao encontrar um fóssil
Se uma pessoa encontrar um fóssil, a ação correta é notificar a ANM, uma universidade ou um museu de paleontologia, evitando a remoção ou o transporte do material. Essa medida é fundamental para a preservação do patrimônio cultural e científico do Brasil.
O descumprimento dessas normas pode resultar em sanções severas, incluindo a retenção do fóssil e a responsabilização criminal do indivíduo. O comércio de fósseis sem a devida autorização pode ser tipificado como crime, com penalidades que incluem multas e penas de prisão de um a cinco anos.
Uma proposta de lei, de autoria do senador Pedro Simon, foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e visa proteger os depósitos de fósseis no país. O projeto prevê punições para quem ofertar ou adquirir fósseis, mesmo sem interesse comercial, com penas que podem chegar a três anos.
A pesquisa e a coleta de fósseis em território brasileiro devem ser autorizadas pelos órgãos competentes, com exigências específicas para pesquisadores. A desobediência a essas normas também é tipificada como crime, resultando em penas de um a três anos.





