O Reino Unido tem promovido mudanças em suas regras de imigração e, com isso, dificultado o ingresso de cidadãos de outros países em suas fronteiras. É o caso da população dos Estados Unidos, por exemplo, que não poderá pisar em solo britânico da mesma maneira que antes.
A partir de fevereiro, os estadunidenses precisarão solicitar visto para entrar no Reino Unido. Até então, os norte-americanos faziam parte do grupo composto por nações que não precisavam de aprovação para isso. As pessoas podiam viajar sem a necessidade de visto para estadias curtas.

Do dia 25 de fevereiro em diante, portanto, os portadores de passaporte americano precisarão da Autorização Eletrônica de Viagem (ETA). A introdução da ETA representa uma mudança significativa na política de imigração da região, que tem se preocupado mais com a segurança de suas fronteiras.
Para vincular a ETA ao passaporte antes de embarcar para o Reino Unido, o cidadão estadunidense precisará pagar uma taxa de £ 16. Apesar de parecer burocrático, o processo é simples e rápido. A aprovação tem validade de dois anos ou até vencer o passaporte vigente.
Reino Unido impõe regra a diversos países
Não são só os EUA que passarão a ter que pagar uma taxa para obter a Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) e, aí sim, poder entrar no Reino Unido. O mesmo se aplica a outros países que antes também não precisavam passar por esse procedimento.
É o caso de Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França e Alemanha, por exemplo. Todos submetidos às mesmas regras de controle ao acesso de cidadãos de outras nacionalidades ao território britânico a partir do segundo mês de 2026.





