O Reino Unido fez um anúncio importante: um plano para estar pronto para a guerra em até 10 anos. Por meio do documento nomeado A Revisão Estratégica de Defesa (em uma tradução livre), o país convocou países da América Latina, especialmente o Brasil.
No documento divulgado em junho de 2025, o Reino Unido cita o Brasil como um aliado estratégico na América Latina junto com o Chile. O objetivo da aliança seria promover a paz, segurança e prosperidade da região em meio a ameaças como China e Rússia.

“O Reino Unido continua a reconhecer a importância do diálogo estratégico com parceiros na América Latina — primeiramente Brasil e Chile — para promover paz, segurança e prosperidade na região”, diz um trecho do texto.
Em um capítulo mais adiante, a proximidade entre Brasil e Reino Unido é citada como uma parceria global. No entanto, o documento deixa claro que o grande aliado estratégico dos europeus continua sendo os Estados Unidos: “A força da parceria é forjada por gerações de profissionais de defesa britânicos e americanos, que lidam juntos com desafios globais”.
Reino Unido teme ‘tarifaço’ dos EUA
Contrariando a ideia do Reino Unido de que são grandes aliados estratégicos, os EUA ameaçam sancionar tanto o país quanto os demais integrantes da OTAN. Isso se deve à oposição do bloco à tentativa do líder estadunidense de tomar a Groenlândia.
“Impor tarifas a aliados por buscarem a segurança coletiva dos membros da OTAN é completamente errado. É claro que iremos tratar disso diretamente com o governo dos EUA”, disse o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em nota, recentemente.
Além de contestar publicamente Trump, Starmer reiterou o posicionamento do Reino Unido e da OTAN no combate às ameaças e possíveis ataques do presidente dos EUA.





