O que já foi uma das maiores redes varejistas de eletrodomésticos e eletrônicos do Brasil, hoje não passa de uma empresa que ficou apenas na memória dos brasileiros. A Ricardo Eletro, atualmente está praticamente extinta depois de crise intensa.
A marca de tornou de grande expressão em território brasileiro a partir de 2010, quando a empresa se fundiu com a Insinuante e passou a integrar a holding Máquina de Vendas, reunindo diferentes marcas do setor. A partir disso se consolidou de vez por aqui.
A enorme crise financeira enfrentada anos depois de intensificou ainda mais com a chegada da pandemia do Covid-19. Depois disso, foi obrigada a encerrar as operações em diversas lojas e entrou em processo de recuperação judicial, o que vem acontecendo até hoje.
Ricardo Nunes, fundador da marca, não ficou parado apesar de sua empresa ter falido, visto que segue em busca de recuperar todo o seu investimento em anos. Atualmente, está trabalhando como coach, ensinando lições de carreira e empreendedorismo.
Ao dar suas palestras para outros aspirantes a empreendedores, ele sempre usa como exemplo o seu caso, afirmando que pode recuperar a sua empresa a qualquer momento. De acordo com ele, optou por seguir com a missão de passar seus conhecimentos adiante.
“Há pouco tempo, tive a oportunidade de montar uma empresa de supermercados gigante, mas não quero; quero ensinar vocês. Se eu quiser fazer um varejo gigante, eu faço. Mas eu escolhi estar aqui com vocês”
Qual o tamanho da dívida da Ricardo Eletro?
Para se ter noção do tamanho enfrentado pela Ricardo Eletro, foi protocolado no processo de recuperação judicial o valor de R$ 3,97 bilhões. Até hoje, ainda existe um grande débito a ser cobrado e por isso o processo ainda deve ter um longo caminho a percorrer.





