A Rússia enviou um submarino para resgatar um navio petroleiro que tem como destino a Venezuela. A embarcação é monitorada pelos Estados Unidos e vem tentando sem sucesso há semanas burlar o bloqueio yankee próximo ao país sul-americano.
O navio-tanque partiu rumo ao território venezuelano no mês passado em busca de petróleo. Em 20 de dezembro, porém, a Guarda Costeira estadunidense se aproximou, suspeitando do registro da embarcação. A tripulação se recusou a receber os norte-americanos e, então, fugiu.

Em meio a fuga, o petroleiro mudou de nome e passou a exibir uma bandeira russa em sua parte lateral. Os russos pediram para que os EUA parassem de perseguir o navio e, segundo o The Wall Street Journal, reconheceram que estavam monitorando com preocupação a situação.
Agora, enviaram uma escolta para o petroleiro. Os Estados Unidos, por sua vez, seguem atentos aos movimentos da embarcação. Essa é mais uma página que contribui para a tensão global vivida entre as potências por conta do recente ataque à Venezuela.
Trump criticou Putin
Não bastasse o que está acontecendo em relação ao navio e ao território venezuelano, Washington e Moscou voltaram a bater de frente por causa da Ucrânia.
Nos últimos dias, Donald Trump, presidente dos EUA, criticou as ações russas no leste europeu e citou diretamente Vladimir Putin, presidente da Rússia.
“Não estou nada satisfeito com Putin. Ele mata muita gente”, afirmou Trump, que tem adotado uma postura mais agressiva nos assuntos além das fronteiras estadunidenses.





