A partir de 1º de fevereiro, a Administração de Segurança de Transporte (TSA) nos Estados Unidos implementará uma nova taxa de US$ 45 (cerca de R$ 240) para passageiros que não estiverem com a identificação adequada.
Essa taxa será aplicada a todos os viajantes que não apresentarem os documentos exigidos nos pontos de verificação de segurança dos aeroportos. Os viajantes têm a oportunidade de evitar essa cobrança se tomarem as medidas necessárias antes da data limite.
A TSA recomenda que os passageiros verifiquem se possuem a documentação correta, a fim de evitar a taxa adicional ao utilizarem o sistema TSA ConfirmID para verificação de identidade.

Formas de identificação aceitas
Para evitar a nova taxa, os passageiros devem apresentar uma forma de identificação válida. Entre os documentos aceitos estão a carteira de motorista ou cartão de identidade que esteja em conformidade com o Real ID, além de outros documentos como passaporte dos Estados Unidos, carteiras de identidade militar e cartões de residente permanente.
A TSA também aceita licenças digitais e algumas formas de identificação digital, como Apple Digital IDs e Clear IDs. A lista de identificações aceitas foi atualizada, e a TSA já permite que documentos expirados sejam utilizados até dois anos após a data de validade, conforme as novas diretrizes.
Essa flexibilidade é importante para garantir que mais passageiros possam viajar sem enfrentar dificuldades. Além disso, a TSA anunciou a expansão do seu programa de identificação sem toque, que será implementado em mais de 60 aeroportos. Ainiciativa visa agilizar o processo de verificação de identidade, proporcionando uma experiência mais eficiente para os viajantes.





