O fenômeno conhecido como chuva de meteoros Perseidas está confirmado para ocorrer entre 17 de julho e 24 de agosto de 2026. O pico da atividade será registrado na noite de 13 de agosto, quando a taxa de meteoros será maior.
As Perseidas são formadas quando a Terra atravessa os detritos deixados pelo cometa 109P Swift Tuttle. Esses fragmentos entram na atmosfera em alta velocidade, aquecem o ar ao redor e produzem rastros luminosos visíveis a olho nu.
A velocidade média de um meteoro das Perseidas é de 36 milhas por segundo. Os menores se vaporizam rapidamente, enquanto os maiores podem gerar bolas de fogo ao se fragmentarem durante a entrada atmosférica.

Como e quando observar
A chuva pode ser observada a partir de qualquer local com céu limpo e pouca poluição luminosa. O melhor horário para observação ocorre entre meia noite e cinco e meia da manhã, especialmente durante o período de Lua nova.
Além do interesse científico, as Perseidas possuem relevância histórica e cultural. O nome deriva da constelação de Perseu, ponto aparente de origem dos meteoros, e está associado a tradições religiosas e mitológicas antigas.
Para aumentar as chances de observação, é recomendado planejar com antecedência e acompanhar a previsão do tempo. Locais afastados de iluminação artificial permitem melhor adaptação dos olhos ao escuro, processo que leva cerca de quinze minutos.
Os meteoros podem surgir em qualquer parte do céu, dispensando o uso de telescópios ou binóculos. Aplicativos de observação auxiliam na localização da constelação de Perseu, região de onde os rastros parecem se originar durante a atividade da chuva.
Os dias que antecedem o pico oferecem melhores condições de observação. A atividade aumenta gradualmente até meados de agosto e depois diminui, segundo dados de observatórios internacionais.





