Cientistas russos desenvolveram um remédio capaz de retardar o envelhecimento e, consequentemente, prolongar a juventude. Além de combater o envelhecimento precoce, a tecnologia também auxilia em diversas doenças.
O sistema inovador foi desenvolvido por cientistas da Universidade Estatal de São Petersburgo (SPbGU), em parceria com pesquisadores da Universidade de Teerã. De acordo com a instituição russa, trata-se de um sistema que libera substâncias biologicamente ativas baseado em grânulos poliméricos comestíveis.

A tecnologia possibilita uma eficiência maior na absorção de antioxidantes, substâncias que retardam processos oxidativos no organismo. Os antioxidantes estão ligados ao envelhecimento precoce, danos celulares e várias doenças. Nesse sistema, são liberados de maneira gradual no intestino, diminuindo a necessidade de ingestões frequentes.
“Descobrimos que é muito eficaz incorporar substâncias biologicamente ativas em grânulos poliméricos que contenham nanopartículas. Na superfície dessas partículas há átomos de cálcio e alumínio que interagem com as moléculas do alginato e da substância ativa. Essa interação melhora a estrutura dos grânulos, influencia seu comportamento no intestino e regula a velocidade de liberação dos compostos”, explicou Ksenia Mechina, uma das autoras do estudo.
Rússia quer colocar unia nuclear na Lua
Ainda no tema ciência, a Rússia pretende colocar uma usina nuclear na Lua na próxima década. O objetivo é abastecer o programa espacial lunar do país, além de uma estação de pesquisa conjunta com a China.
De acordo com o comunicado oficial da Roscosmos, o plano é estabelecer a usina de energia lunar até 2036. Devem participar do processo a empresa nuclear estatal russa Rosatom e o Instituto Kurchatov, principal órgão de pesquisa nuclear do país.





