O ataque à Venezuela pode não ter sido o único de Donald Trump em sua política agressiva para além das fronteiras yankees. Desta vez, o presidente dos Estados Unidos insinuou uma ofensiva a Cuba, com seu braço-direito assumindo o comando do país caribeño.
Por meio das redes sociais, Trump compartilhou diversas postagens em tom de ataque a Cuba, com várias dizendo que “seria um sonho” a derrubada do governo. Uma de suas republicações foi a postagem de Marc Thiessen, ex-diretor de discursos da Casa Branca, que escreveu que o líder estadunidense poderia mudar o cenário político cubano.
“Seria uma incrível sequência de vitórias se duas décadas de comunismo na Venezuela, cinco décadas de mulás iranianos e quase sete décadas de Fidel Castro em Cuba fossem revertidos em 2026”, disse um de seus apoiadores, cujo discurso também foi endossado pelo líder estadunidense.

Trump também comentou o seguinte em um comentário que sugeria a colocação de Marco Rubio, secretário de Estado, na presidência do país latino: “Isso me parece bom”. Indo ainda mais além, o presidente dos EUA aconselhou Cuba a fazer um acordo antes que seja tarde demais para evitar o pior.
“Não haverá mais petróleo nem dinheiro para Cuba, nada! Sugiro fortemente que façam um acordo antes que seja tarde demais”, escreveu, via Truth Social.
Cuba vê sua soberania ameaçada
Assim como a Venezuela, que teve seu presidente, Nicolás Maduro, capturado pelas forças estadunidenses, Cuba também vê sua soberania ameaçada neste momento.
Atualmente, o país caribeño é comandado por Miguel Díaz-Canel, um ex-professor universitário e engenheiro. Ele está no poder desde 2018 e desde 2021 passou a liderar o Partido Comunista de Cuba.





