A Copa do Mundo está na reta final, e nesta sexta-feira (10), conhecemos o primeiro duelo da semifinal do Mundial: França x Espanha. Com isso, já surge na cabeça de muitos torcedores, quem vai narrar as partidas decisivas nos veículos de transmissão. Na Rede Globo, o mistério já foi resolvido, Everaldo Marques será a voz da emissora na fase decisiva.
Quem fez essa revelação foi o também narrador Gustavo Villani, que transmitiu nesta quinta-feira, a vitória da Espanha, por 2 a 1, sobre a Bélgica, pelas quartas de final do Mundial.
No encerramento da transmissão entre Espanha x Bélgica, Villani deu o recado: “Valeu gente, muito obrigado. Vem aí semifinal da Copa do Mundo, Everaldo Marques acompanha” – cravou o narrador.
Vale destacar que Everaldo Marques foi o responsável por narrar os jogos da Seleção Brasileira até a eliminação para a Noruega, no último domingo (5). O profissional foi o escolhido para substituir Luís Roberto, que ficou fora do Mundial por questões de saúde.
Everaldo Marques reclamou da estrutura encontrada nos Estados Unidos
Everaldo Marques fez um desabafo ao vivo durante a transmissão de França x Marrocos, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, e criticou a estrutura oferecida pela Fifa às equipes de televisão no Gillette Stadium, em Boston.
Segundo ele, as condições disponibilizadas aos profissionais, na última quinta-feira (9), não seguem o padrão de exigência que a entidade costuma impor quando o torneio é realizado em outros países.
Logo na abertura da transmissão, o jornalista destacou o forte calor na cidade norte-americana. “Estamos com 32 graus de temperatura em Boston. Está um calor daqueles. Não sei se vou suar tanto quanto em Miami, porque aqui é menos úmido”, comentou antes de ampliar as críticas às instalações destinadas às emissoras.
Everaldo afirmou que as cabines de narração não possuem cobertura, deixando narradores e demais profissionais expostos ao sol e até mesmo à chuva.
Para ele, a situação evidencia uma diferença de tratamento em relação às Copas disputadas em países como Brasil e África do Sul, onde a Fifa costuma exigir uma infraestrutura mais adequada para os veículos de comunicação.
“Quando a Copa do Mundo é na África do Sul ou no Brasil, fazem uma série de exigências para que tudo tenha as melhores condições. Mas isso deveria valer aqui também. Nesta parte do estádio não há cobertura. Se chover, vamos tomar chuva na posição de transmissão”, declarou.
Em seguida, reforçou a insatisfação: “Vocês estão vendo a imagem aérea do estádio de Boston. Nós estamos aqui ao relento, com 32 graus de temperatura. Estamos todos fritando: nós e os companheiros de todas as televisões do mundo.”
As reclamações sobre a estrutura da Copa do Mundo nos Estados Unidos não são inéditas. Dias antes, Galvão Bueno, atualmente no SBT, também criticou a localização e as condições das cabines de transmissão, afirmando que jamais havia visto uma estrutura tão inadequada em uma edição do Mundial.





