Os ovos são definitivamente um dos alimentos mais consumidos do mundo todo, e por diversos motivos. Além de sua praticidade e por poder ser incluído em diversos tipos de receitas, também apresenta nutrientes que são essenciais para os humanos.
São diversas as formas de preparo de ovos, como por exemplo fazendo eles fritos, mexidos, cozidos, etc. É justamente em relação a sua forma cozida que se deve ter uma atenção especial e que poucas pessoas sabem disso, mesmo consumindo-os dessa forma diariamente.
É extremamente comum que, ao terminar de cozinhar os ovos na água fervente, as pessoas corram para colocá-los em água fria para prontamente interromper o processo e esfriá-lo para poder descascar. Isso é comum principalmente para aqueles que desejam consumi-lo com a gema mole.
Esse hábito de mudar o ovo de temperatura rapidamente pode acabar ‘sabotando’ o alimento por conta do fenômeno chamado “choque térmico”. Esse termo é muito conhecido entre os humanos, como por exemplo ao sair de uma sauna e pular direto no piscina, mas que também pode afetar os alimentos.
É justamente esse choque térmico que pode fazer com que a casca do ovo seja quebrada muito mais facilmente, visto que a mudança brusca de temperatura vai fazer com que o seu interior se contraia, e consequentemente, a clara fica mais densa. Em alguns casos até mesmo podem ser vistas mudanças de coloração e textura.
Como evitar o choque térmico nos ovos?
Muitos podem não gostar disso, mas a verdade é que a forma mais eficaz de evitar que essa situação aconteça é justamente desacelerando o processo. A ideia é deixar o calor diminuir ao invés de trocar os ovos para a água fria diretamente. O ideal é esperar a água morna para que ai sim possa ser transferido para a fria, sendo assim, a possibilidade de um choque térmico diminui consideravelmente.





