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NASA soltou alerta para Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai de anomalia magnética

Por Henrique Cesaretti
16/01/2026
Créditos: Divulgação/NASA

Créditos: Divulgação/NASA

A NASA é uma agência espacial, mais especificamente a mais reconhecida do mundo. Ela é responsável por realizar pesquisas, missões e estudos científicos sobre o espaço, a Terra e outros planetas. Além disso, a instituição monitora fenômenos naturais que podem afetar o planeta, justamente para antecipar quaisquer riscos e orientar governos e empresas.

A entidade divulgou ainda no ano passado, em 2025, um alerta científico que voltou a circular recentemente. O comunicado trata do avanço de uma anomalia magnética que afeta diretamente países da América do Sul, tais como Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai.

De acordo com a agência, a chamada Anomalia Magnética do Atlântico Sul é uma região onde o campo magnético terrestre apresenta enfraquecimento. Justamente por isso, áreas do continente sul-americano ficam mais expostas à radiação vinda do espaço.

A NASA reforça que isso não é algo novo, no entanto, estudos mais recentes indicaram mudanças no comportamento da anomalia. Pontos como o deslocamento gradual e expansão da área de influência devem ser monitorados.

Atualmente, o ponto mais intenso do fenômeno está concentrado sobre o Brasil. Além disso, medições mostram que a anomalia vem se movendo lentamente em direção ao oeste, o que ampliou ainda mais o monitoramento por parte dos cientistas.

O órgão especial ainda enfatizou que esse enfraquecimento do campo magnético pode afetar, até mesmo, equipamentos tecnológicos. Satélites e naves espaciais que cruzam a região podem sofrer com falhas eletrônicas e perda temporária de dados.

Justamente por precaução, muitos satélites entram automaticamente em modo de segurança ao sobrevoar a região. Essa estratégia reduz danos a sistemas sensíveis e evita prejuízos maiores às operações espaciais.

População brasileira pode ser afetada com essa anomalia?

Apesar dos prejuízos que essa anomalia pode causar na América do Sul, a NASA afirma que não há risco direto para a saúde da população. Pessoas que vivem nas áreas afetadas não perceberão impactos no cotidiano, nem sofrem efeitos físicos causados pela anomalia.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Henrique Cesaretti

Henrique Cesaretti

Jornalista formado pela Universidade São Judas Tadeu (SP). Tem passagem pela Rede Minas de Televisão, além de sites esportivos como VerdãoWeb e SPFC.NET. Já atuou como correspondente para diferentes sites, com a redação de notícias.

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