Dinheiro é uma questão fundamental para qualquer equipe do futebol brasileiro e o Santos não foge a essa “regra”, com um transfer ban em vigor e sem grandes condições no caixa. Não à toa, que um valor é sempre bem-vindo e o time paulista deve receber R$ 175 milhões.
A diretoria do Santos intensificou os esforços para reforçar o caixa e solucionar problemas financeiros que impactam o planejamento da temporada. Entre as principais pendências estão o transfer ban imposto pela FIFA devido a uma dívida com o Monaco, da França, e os atrasos no pagamento dos direitos de imagem dos jogadores do elenco.
Uma das principais expectativas da cúpula santista é a entrada de aproximadamente R$ 175 milhões provenientes de negociações envolvendo atletas que já não fazem parte do clube.

Até mesmo o mecanismo da FIFA está nos planos
Segundo apuração do portal Itatiaia, esse valor inclui receitas referentes à venda de direitos econômicos de ex-jogadores, além de recursos obtidos por meio do mecanismo de solidariedade da FIFA, que garante aos clubes formadores até 5% do valor de transferências internacionais de atletas revelados por eles.
A expectativa é de que cerca de R$ 129,7 milhões sejam recebidos nos próximos 12 meses. Parte desse montante será destinada ao pagamento das obrigações financeiras mais urgentes, permitindo ao clube reduzir passivos e recuperar sua capacidade de investimento.
Os departamentos financeiro e jurídico trabalham para acelerar o recebimento desses recursos e garantir que os valores ingressem nos cofres do Santos dentro do prazo previsto.
Além das receitas futuras, a diretoria também considera a venda de jogadores do atual elenco como alternativa para fortalecer o caixa. Entre os principais ativos do clube estão o goleiro Gabriel Brazão, o meio-campista Gabriel Bontempo e o atacante Robinho Júnior.
Embora ainda não tenha estabelecido um prazo para quitar todas as pendências, o Santos trata o tema como prioridade. Antes de buscar reforços no mercado, a direção pretende resolver os problemas financeiros que vêm dificultando o planejamento para o restante da temporada.





