O Paraguai firmou convênios estratégicos internacionais para avaliar a viabilidade da instalação de usinas nucleares em seu território. As iniciativas buscam diversificar a matriz Energética Nacional de forma sustentável e incluem o intercâmbio de tecnologias de ponta com potências globais.
O objetivo é integrar novos projetos à Política Energética Nacional 2050 do país, focando especialmente em reatores modulares pequenos. Essas estruturas avançadas são projetadas para gerar energia com alta eficiência e Segurança, sendo fundamentais para atender à demanda crescente de longo prazo.
Cooperação com os Estados Unidos: Usina Nuclear
Representantes oficiais paraguaios assinaram recentemente um memorando de entendimento com o governo dos Estados Unidos em Washington. O documento estabelece diretrizes para a cooperação estratégica entre as Nações, com foco no desenvolvimento e uso pacífico da matéria Nuclear Civil.
Marco Rubio destacou que a relação bilateral entre os países é uma das mais próximas na região sul-americana. A colaboração reforça os laços já existentes, visando ampliar as capacidades técnicas para atender às necessidades energéticas de ambos os parceiros comerciais.
Acordo técnico com a AIEA
A estratégia paraguaia também envolve a AIEA, com a qual foi firmado um convênio técnico para o desenvolvimento de reatores modulares pequenos. O foco das atividades inclui análises financeiras e técnicas detalhadas para garantir que o projeto siga os parâmetros internacionais de operação.
O documento, assinado pelo presidente da companhia Energética Nacional e pela direção da AIEA, prioriza a capacitação de técnicos locais. A iniciativa promove a adoção de boas práticas globais no planejamento energético. E garante o acesso a informações fundamentais para o avanço da tecnologia.
Embora as parcerias representem um Marco para o país. Os documentos firmados possuem caráter limitado e não geram obrigações jurídicas imediatas entre as partes. O Ministério de Minas e Energia coordena os próximos passos, avaliando as opções técnicas para o futuro da infraestrutura Nacional.
A adoção desse tipo de Energia colocaria o Paraguai ao lado de Nações como Brasil e Argentina, que já operam usinas similares. O planejamento segue em fase de intercâmbio de conhecimentos, sem prazos definidos para o início de qualquer obra física ou operação comercial.









