Giuliana Morrone, jornalista e ex-apresentadora da TV Globo, possui uma mansão avaliada em até R$ 8 milhões em Brasília, que se destaca por sua integração com a natureza. Aos 58 anos, ela retornou à capital federal e projetou uma casa que vai além de uma simples moradia, incorporando soluções sustentáveis e respeitando o ecossistema do Cerrado.
A residência foi planejada para dialogar com a natureza ao redor, mantendo um pequizeiro nativo no centro do terreno. Este elemento natural serve como inspiração para toda a obra, que prioriza a preservação ambiental.
O projeto arquitetônico busca criar um lar que minimiza o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que celebra a fauna e flora locais. Com grandes aberturas, a casa favorece a entrada de luz natural e a ventilação cruzada, promovendo uma circulação fluida entre os ambientes internos e o jardim.
Essa abordagem contrasta com casas tradicionais, que muitas vezes isolam os espaços, proporcionando uma experiência sensorial que conecta os moradores às estações do ano e ao clima de Brasília.

Materiais e decoração
As áreas sociais da mansão são compostas por móveis de linhas simples, utilizando materiais naturais como madeira de reflorestamento e fibras orgânicas. A paleta de cores neutras destaca a sensação de calma e harmonia. A sala de estar, por exemplo, se abre para um deck externo, reforçando o conceito de viver em sintonia com a natureza.
Além disso, o uso de iluminação natural é maximizado com aberturas estratégicas e claraboias, reduzindo a necessidade de luz artificial durante o dia. O jardim é irrigado com água da chuva coletada, eliminando a dependência de sistemas convencionais e promovendo o uso responsável dos recursos hídricos.





