Atravessando uma grave crise financeira, o Corinthians tem como meta arrecadar R$ 180 milhões com vendas de direitos econômicos nesta janela de transferências. Tendo em vista esse objetivo, o clube paulista identificou dois jogadores que podem um bom dinheiro e deixar essa marca próxima de ser batida: Gui Negão e Dieguinho.
Duas das principais promessas recentes das categorias de base alvinegras, os jovens são vistos como excelentes fontes de arrecadação. Gui, por exemplo, já foi alvo de uma proposta de empréstimo do Las Palmas, da Espanha. A equipe espanhola ofereceu 1 milhão de euros pela cessão do atacante por uma temporada.
O Timão, no entanto, recusou por não considerar os termos propostos atrativos. Dieguinho, por sua vez, recebeu uma oferta de 5 milhões de euros do Club Brugge, da Bélgica. No entanto, recusou a investida por não ser atrativa financeiramente do ponto de vista salarial.
Agora, o meia-atacante está na mira do PAOK, da Grécia. Especula-se que a agremiação grega esteja disposta a fazer uma investida na casa dos 12 milhões de euros, entre cifras fixas e bonificações por desempenho. A quantia é bem mais vantajosa aos cofres alvinegros.

Corinthians precisa fazer R$ 180 milhões
Conforme destacado anteriormente, a meta corintiana é chegar a R$ 180 milhões arrecadados com vendas nesta janela. Além dos garotos da base, o meio-campista Breno Bidon e o atacante Yuri Alberto, bastante visados pelo mercado europeu, também podem ser negociados.
As movimentações são essenciais para pagar dívidas, equilibrar as contas e também abrir espaço na folha salarial para novas chegadas. Neste momento, o Alvinegro se vê impossibilitado de agir no mercado por conta de quatro transfer bans impostos pela Fifa.
A mais nova punição está ligada a contratação de Charles, realizada em 2024. O Timão não pagou a terceira parcela do negócio fechado junto ao Midtjylland, da Dinamarca, que corresponde a 1,1 milhão de euros (cerca de R$ 7 milhões, na cotação).









