O atual presidente dos Estado Unidos, Donald Trump, pode virar um dos donos da Copa do Mundo em breve. Grande aliado de Gianni Infantino, presidente da Fifa, o mandatário do país norte-americano poderá se candidatar, por assim dizer, a ser um dos acionistas do principal torneio de futebol do planeta.
De acordo com informações de jornais como The Times e The Telegraph, Infantino pretende vender parte da competição para acionistas e investidores. A entidade máxima do esporte bretão continuaria sendo a principal detentora do certame e venderia 20% e 30% dele para investidores das 211 associações que compõem seu quadro atualmente.
A estimativa é de que a movimentação renderia algo em torno de 15 bilhões de libras (R$ 201 bilhões) aos cofres da federação internacional. Gianni seria um comissário dessa nova empresa que ficaria responsável por parte do Mundial. Ele, inclusive, já teria entrado em contato com alguns acionistas próximos à gestão Trump.
Pelo menos por enquanto, o papel do presidente estadunidense nessa história é indireto. A JP Morgan é quem coordena o processo. Agora, resta saber quais serão os próximos capítulos, que não devem passar batido pelas críticas de quem está dentro do mundo do futebol.

Presidente da Fifa é alvo de críticas de todos os lados
Ao longo da Copa de 2026, a entidade máxima do futebol alcançou marcas históricas. Os resultados de audiência e financeiro, porém, não foram suficientes para isentar Infantino de críticas. O episódio da anulação do cartão vermelho de Folarin Balogun, dos Estados Unidos, foi um dos que mais renderam questionamentos ao presidente.
La Liga e Uefa foram órgãos que manifestaram seus descontentamentos em relação a atual gestão publicamente. A federação europeia, aliás, já se posicionou a respeito da nova ideia de Infantino e afirmou que o dirigente cruzou a linha mais uma vez, assim como no caso de Balogun.









