Diante das desavenças entre Fifa e Uefa, a presença dos países europeus na Copa do Mundo de 2030 está ameaçada. Tendo isso em vista, pedimos para o Gemini, inteligência artificial do Google, projetar quem poderá levar a melhor no torneio mais impostante do futebol em uma disputa sem as seleções do Velho Continente.
Em primeiro lugar, convém destacar que a sede mudaria. Espanha e Portugal, integrantes da federação europeia, deixariam a realização da competição com o Marrocos. Nesse cenário, a IA vê o Brasil como o franco-favorito por conta dos talentos individuais, levando a melhor sobre os adversários restantes.
A Argentina seria a principal ameaça da equipe de Carlo Ancelotti, apesar de atravessar uma transição de geração, com o Uruguai figurando logo atrás. Os dois países vão sediar os jogos de abertura, o que pode representar uma força a mais para ambos – e existe a possibilidade de jogarem a primeira fase toda em seus territórios.
A mesma lógica, segundo o Gemini, seria aplicada ao Marrocos, que poderia aprontar e ser uma das zebras da competição. Outros dois representantes africanos, Senegal e Nigéria também chegariam em condições de surpreender. Já os Estados Unidos, com sua evolução nos últimos anos, promete estar com uma geração forte.

IA coloca Brasil como campeão da Copa do Mundo de 2030
Conforme destacado anteriormente, a IA coloca a Seleção Brasileira à frente dos demais países na simulação da Copa sem os europeus. A tecnologia dá vantagem ao time canarinho tanto em relação à gestão de elenco quanto ao lado tático.
“Sem a necessidade de quebrar os blocos defensivos hipercompactos da França, Alemanha ou Inglaterra, o futebol ofensivo brasileiro encontraria muito mais espaço para fluir. A final mais provável seria um épico confronto sul-americano — Brasil x Argentina ou Brasil x Uruguai —, terminando com a Seleção Brasileira conquistando o título e consolidando a hegemonia da CONMEBOL em um mundo sem a Europa”, aponta o Gemini.









