O Bolsa Família parte de um pagamento mínimo de R$ 600, mas algumas famílias podem receber valores maiores em agosto. Isso acontece quando existem integrantes que atendem aos critérios dos adicionais. Dependendo da composição familiar, o benefício pode alcançar R$ 850.
O valor extra é calculado conforme a presença de crianças, adolescentes, gestantes e bebês entre os integrantes registrados. Os adicionais podem ser acumulados dentro da mesma família. Por isso, o pagamento final varia de acordo com cada cadastro.
Adicionais aumentam o valor do benefício
O Benefício Primeira Infância acrescenta R$ 150 por criança de até seis anos. Já o Benefício Variável Familiar garante R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos. Há ainda o adicional destinado a mães de bebês de até seis meses.
Uma família formada por uma mãe, uma criança de quatro anos e dois adolescentes, por exemplo, pode atingir R$ 850. Nesse caso, são R$ 600 do valor mínimo, mais R$ 150 pela criança e R$ 100 pelos dois adolescentes. O acréscimo total chega a R$ 250.
O pagamento maior, porém, não é automático para todos os beneficiários. É necessário estar dentro dos critérios estabelecidos pelo programa. As informações do Cadastro Único também precisam refletir corretamente a situação atual da família.

Regras precisam ser mantidas em dia
Além da atualização cadastral, o Bolsa Família possui exigências relacionadas à saúde e à educação. Crianças de 4 e 5 anos devem ter frequência escolar mínima de 60%. Para estudantes de 6 a 17 anos, a exigência é de pelo menos 75%.
Na área da saúde, é necessário acompanhar a vacinação das crianças e realizar o pré-natal durante a gestação. O descumprimento das condicionalidades pode afetar a continuidade dos pagamentos. Por isso, as famílias devem acompanhar suas obrigações.









