A idade em que uma pessoa é considerada idosa varia conforme a legislação de cada país e os critérios estabelecidos por seus sistemas de saúde. No Brasil, a Lei nº 10.741/2003, que institui o Estatuto da Pessoa Idosa, define que indivíduos com 60 anos ou mais são classificados como idosos.
Essa definição não apenas estabelece um limite etário, mas também assegura uma série de direitos, como atendimento prioritário e gratuidade em medicamentos e transporte, visando melhorar a qualidade de vida dessa população.
Critérios na Colômbia e América Latina
Na Colômbia, a Lei 2055 de 2020 também define a idade de 60 anos como o limite para caracterizar uma pessoa como idosa. O objetivo da legislação é assegurar que os direitos humanos e as liberdades fundamentais dos idosos sejam respeitados, facilitando sua inclusão social. Outros países da América Latina seguem essa mesma tendência.
No México, o Instituto Nacional do Idoso (INAPAM) adota o limite de 60 anos, enquanto a Argentina utiliza a Convenção sobre os Direitos das Pessoas Idosas, que estabelece o mesmo critério.
Idade de referência na Europa
Ao analisar a Europa, a percepção sobre a idade que marca a entrada na terceira idade muda. Na Espanha, a idade considerada idosa é de 65 anos, conforme indicado por relatórios do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) e do Instituto Nacional de Estatística (INE). Em 2024, esse grupo representava 20,4% da população espanhola, um número significativo que reflete as mudanças demográficas do país.
Estados Unidos e a idade de 65 anos
Nos Estados Unidos, a idade de 65 anos é amplamente reconhecida como o limite para a velhice, especialmente devido à sua associação com o programa Medicare, que oferece seguro saúde para pessoas nessa faixa etária. Essa idade é um ponto de referência importante, embora existam exceções para pessoas com deficiências ou condições de saúde específicas.





