Ainda não se passaram um ano e meio das últimas conquistas gloriosas do Botafogo. Ao término de 2024, o clube carioca comemorava os títulos do Brasileirão e da Copa Libertadores. No entanto, o tempo foi suficiente para transformar a realidade financeira de quem não demonstrava preocupação.
O dono da SAF, John Textor, se envolveu em diversas polêmicas na Europa por conta de questões financeiras antes de, enfim, o problema alcançar o Rio de Janeiro. O clube carioca sofreu um transfer ban da FIFA em meio à falta de pagamento ao Atlanta United, dos Estados Unidos da América, pela contratação de Thiago Almada.
A punição deixou de existir quando o Botafogo recebeu um novo aporte e quitou a dívida. Contudo, as pendências financeiras não foram resolvidas de imediato. Além disso, o clube não vive o melhor desempenho dentro das quatro linhas com a derrota recente para o Nacional de Potosí por 1 a 0 na Bolívia pela primeira partida da Pré Libertadores.

Botafogo demite funcionários para sanar gastos
A solução encontrada por John Textor & companhia foi cortar de quem está embaixo na “cadeia de importância”. De acordo com uma apuração do ge, na última sexta-feira (13), o clube demitiu em torno de 40 funcionários de uma vez só. Durante esta semana, as reuniões e desligamentos continuaram.
A figura mais conhecida que deixou o Botafogo recentemente foi o auxiliar Cláudio Caçapa. As demissões, porém, afetaram especialmente as categorias de base e o futebol feminino do clube carioca. Ainda não há uma previsão de quanto a diretoria espera poupar com os cortes, mas o objetivo é se adequar a nova realidade pós SAF e títulos importantes com menos gastos internamente.





