• Publicidade Legal
  • Fale conosco
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

Cientistas podem ter descoberto um novo tipo de mineral totalmente desconhecido em Marte

Por Fagner Gregório
05/04/2026
Créditos: Shutterstock

Créditos: Shutterstock

Cientistas que estudam Marte identificaram um possível mineral inédito em depósitos antigos de sulfato. A pesquisa, publicada na Nature Communications, aponta a presença de um sulfato de ferro chamado hidroxissulfato férrico. Ele foi encontrado em regiões próximas ao Valles Marineris, um dos maiores sistemas de cânions do sistema solar.

Segundo os pesquisadores, esse mineral pode ter se formado quando depósitos ricos em sulfato, originados de antigas águas, foram aquecidos por atividade vulcânica ou geotérmica. Esse processo alterou a composição química dos materiais ao longo do tempo.

O estudo foi liderado por Janice Bishop, do SETI Institute e da NASA Ames Research Center. A equipe combinou experimentos de laboratório com dados orbitais para entender a origem e as características do mineral. A descoberta ajuda a esclarecer como calor, água e reações químicas moldaram a superfície marciana.

Características e implicações da descoberta

O hidroxissulfato férrico contém ferro, elemento abundante em Marte. Diferente da Terra, onde sulfatos se dissolvem facilmente, o ambiente seco marciano permite que esses minerais sejam preservados por bilhões de anos. Isso faz deles importantes registros das condições ambientais antigas do planeta.

Os cientistas analisaram dados de sondas em órbita e identificaram sinais espectrais incomuns em camadas de sulfato observadas há décadas. O estudo focou em regiões como Aram Chaos e áreas próximas ao Juventae Chasma, onde há evidências de água no passado.

Experimentos mostraram que sulfatos aquecidos a cerca de 50 °C sofrem alterações, e acima de 100 °C podem formar o novo mineral. Isso indica que o calor teve papel importante após a deposição original.

Essas evidências sugerem que Marte permaneceu ativo, química e termicamente, por mais tempo do que se imaginava, o que pode ter implicações na busca por condições favoráveis à vida no passado.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação. Escreve principalmente sobre programas sociais como Bolsa Família, Caixa Tem e benefícios do Governo.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Divulgação/CBF

Foi rejeitado por Ancelotti e agora pode se vingar da Seleção Brasileira

04/07/2026
Créditos: Lyon Santos/ MDS

5 mentiras sobre o Bolsa Família que muita gente acredita

04/07/2026
Grêmio

Grêmio rejeita proposta de R$ 68,7 milhões e contrata volante da Série B

04/07/2026
Créditos: Rafael Ribeiro/CBF

Gabriel Martinelli é do Corinthians: atacante confirmou informação de que o Timão é seu time de infância

04/07/2026
Créditos: Instagram/Auba

Aubameyang quer reforçar o Vasco, que deseja vender outro atacante

04/07/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades

Diário da Região - Variedades