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Muitas mulheres não sabem do valor extra que podem receber do INSS

Por Fagner Gregório
26/05/2026
Créditos: Shutterstock

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) desempenha um papel fundamental na vida de muitas mulheres no Brasil, especialmente no que diz respeito ao auxílio-maternidade. Este benefício é destinado a trabalhadoras que se afastam do trabalho devido ao nascimento de filhos, adoção ou guarda judicial.

Apesar da importância desse direito, muitas mulheres ainda não têm conhecimento sobre o valor que podem receber e como acessá-lo. O auxílio-maternidade, oficialmente chamado de salário-maternidade, é um dos principais benefícios oferecidos pelo INSS.

O valor pago varia conforme o vínculo da trabalhadora com a Previdência Social. Mulheres com carteira assinada recebem o equivalente ao salário integral mensal durante os 120 dias de licença, garantindo que não haja prejuízo financeiro.

Para as trabalhadoras autônomas, o valor é calculado com base na média das contribuições feitas nos últimos meses, o que pode gerar dúvidas sobre o montante a ser recebido.

Recebendo Auxílio-Maternidade com vários trabalhos

Um aspecto importante do auxílio-maternidade é que mulheres que possuem mais de um emprego formal podem receber o benefício correspondente a cada função que exercem. Isso significa que, se uma mulher tem salários mais altos antes do afastamento, ela pode receber um valor maior, respeitando sempre o teto previdenciário. 

Para solicitar o auxílio-maternidade, a mulher deve seguir alguns passos simples. O primeiro deles é acessar o aplicativo ou site Meu INSS, ou ligar para o telefone 135. Caso prefira atendimento presencial, é necessário ir a uma agência do INSS. Para garantir que o processo seja concluído com sucesso, é fundamental apresentar a documentação necessária.

Os documentos exigidos incluem um documento oficial com foto, CPF e comprovante de residência atualizado. No caso de parto, é preciso apresentar a certidão de nascimento da criança ou atestado médico, enquanto para adoção ou guarda judicial, é necessário ter o termo de guarda ou sentença judicial. As seguradas especiais, que atuam na agricultura, devem apresentar declarações do sindicato ou associação rural, além de outros documentos que comprovem a atividade rural.

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Fagner Gregório

Fagner Gregório

Jornalista graduado pela SATC (Santa Catarina), atua na produção de conteúdo jornalístico para web. Tem experiência em redação de portais (4oito) e jornais, além de assessoria de comunicação. Escreve principalmente sobre programas sociais como Bolsa Família, Caixa Tem e benefícios do Governo.

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