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Político quer obrigar quem recebe auxílio-desemprego a prestar serviços comunitários na Alemanha

Por Fabio Malvezzi
19/02/2026
auxílio-desemprego

Créditos: Shutterstock

Uma região da Alemanha com em torno de 2 milhões de habitantes se tornou notícia no Brasil. O motivo está no novo Ministro-Presidente da Saxônia-Anhalt, Sven Schulze. Apesar de cumprir o mandato somente até o término deste ano, ele espera revolucionar uma questão relacionada ao auxílio-desemprego.

Na Alemanha, o principal programa se chama Burgergeld e presta apoio para as pessoas que não conquistaram uma oportunidade de emprego. Sven Schulze acredita que é preciso uma mudança. O Ministro-Presidente avalia implementar na Saxônia-Anhalt a obrigatoriedade de serviços comunitário aos beneficiários do auxílio-desemprego.

O anúncio ocorreu durante uma entrevista ao jornal Bild am Sonntag. Sven Schulze disse: “Existem serviços que podem ser prestados e que se justificam pelo dinheiro recebido. Por exemplo, trabalho voluntário na comunidade, varrer folhas ou limpar a neve no inverno. Por que pessoas saudáveis que estão desempregadas não podem fazer essas coisas também?”.

A proposta é controvérsia e segundo os especialistas locais, contra a Constituição da Alemanha. No entanto, levanta um debate em relação ao auxílio-desemprego e a possibilidade de as pessoas contribuírem com outras funções em prol da sociedade. Não há previsão para um teste, porém, Schulze está convicto da ideia.

Créditos: Pixabay/Ayaanaabhi

Auxílio-desemprego e serviço comunitário não é novidade na Alemanha

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Sven Schulze não é um revolucionário por levantar a bandeira de que as pessoas desempregadas poderiam contribuir em serviços comunitários. Desde 2023, o secretário-geral do partido de direita da Alemanha CDU, Carsten Linnemann, defende a proposta.

O embasamento, tanto para Schulze quanto a Linneman, está nos chamados “empregos de um euro”. Na Alemanha, quem recebe o auxílio-desemprego pode se voluntariar para tarefas de interesse público temporárias e subsidiadas. Em troca, ganham de 1 a 2 euros por hora além do salário-mínimo. A grande diferença é que as pessoas escolhem o emprego e não são obrigadas pelo Estado a exercer as funções.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Fabio Malvezzi

Fabio Malvezzi

Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), foi estagiário da CBN Campinas e Futebol Interior. Tem experiência como assessor de imprensa na Fibra Comunicação. É redator de notícias em geral.

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