• Publicidade Legal
  • Fale conosco
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades
Sem resultados
Ver todos os resultados
Diário da Região
Sem resultados
Ver todos os resultados

Sabrina Sato não ganha dinheiro só com TV e está investindo em plantação no interior de São Paulo

Por Henrique Cesaretti
05/04/2026
Créditos: Reprodução/Globo

Créditos: Reprodução/Globo

Sabrina Sato é um dos nomes mais conhecidos da televisão brasileira, mas sua atuação vai além das câmeras. Nos últimos anos, a apresentadora tem direcionado parte de sua energia para novos projetos, buscando justamente diversificar suas fontes de renda e também se reconectar com origens mais simples.

Esse movimento, no entanto, não surgiu apenas por estratégia financeira. A decisão envolve um lado pessoal forte, ligado à história da família e a uma busca por qualidade de vida fora da rotina intensa das gravações.

Fazenda no interior virou projeto de vida

Recomendado para você

  • Quem vai ser o novo técnico da França após a eliminação da Copa do Mundo de 2026?
  • Lamine Yamal já é pai com 19 anos de idade?
  • Vilão da França está sendo vendido por R$ 58 milhões
  • Beneficiários do INSS são comunicados sobre o pagamento do benefício em julho

Foi em Piraju, no interior de São Paulo, que Sabrina encontrou esse novo caminho. A Fazenda Nossa Terra se transformou em ponto de encontro da família e também no centro de um investimento voltado à produção de café.

A iniciativa começou cerca de sete anos atrás, quando decidiram apostar na propriedade rural. Mesmo sem experiência completa no início, o grupo seguiu motivado pelo apego imediato ao local.

Para Sabrina, esse passo representa muito mais do que negócio. Nascida em Penápolis, ela relembra a vida no interior como parte essencial da sua história, algo que agora volta a fazer sentido em sua rotina.

Ela destaca que o café carrega um significado especial no Brasil. Está presente em situações simples e também em momentos marcantes, criando conexões que vão além do consumo.

Créditos: Luiz Eduardo Minervino/Globo Rural

Produção de café envolve rotina intensa

Na prática, a rotina na fazenda exige dedicação constante. A área plantada chega a cerca de 50 hectares, com uma produção que gira em torno de 1,9 mil sacas por safra de café arábica.

O pai da apresentadora, Omar Rahal, teve papel importante desde o início. Com experiência anterior na cultura do café, ele ajudou a orientar decisões e avaliar o potencial produtivo da propriedade.

Ainda assim, o trabalho no campo trouxe desafios que não estavam totalmente previstos. As mudanças climáticas, por exemplo, passaram a impactar diretamente o desempenho da lavoura.

Segundo Rahal, a irrigação se tornou praticamente indispensável nos últimos anos. Sem esse cuidado, a produção pode ser comprometida.

Além disso, o acompanhamento precisa ser frequente. Não é possível ficar muitos dias sem visitar a plantação, já que pragas e doenças podem surgir rapidamente.

Entre as estratégias adotadas estão técnicas como a safra zero, podas e adubação regular. Mesmo com as dificuldades, o cenário atual tem sido visto com mais otimismo, principalmente pela valorização do café no mercado e pela redução de custos em comparação a períodos anteriores.

Créditos: Freepik

Sustentabilidade aparece como diferencial

A fazenda também vem se destacando por práticas ligadas ao meio ambiente. Esse fator aproximou a propriedade da Nescafé, que iniciou uma parceria de consultoria.

De acordo com Barbara Velo, gerente de ESG e Coffee Expertise da empresa no Brasil, o local já apresentava características importantes antes mesmo do acordo, como preservação ambiental e cuidado com o solo.

Neste momento, o trabalho está voltado à adaptação e evolução dessas práticas, com foco em possíveis certificações no futuro. Para Sabrina, esse processo reforça a importância de valorizar todo o caminho do café até chegar ao consumidor, mostrando que o produto final envolve muito mais do que apenas a colheita. Esse movimento, inclusive, dialoga com iniciativas no estado de São Paulo que incentivam o turismo rural e valorizam a cultura do café no interior.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Henrique Cesaretti

Henrique Cesaretti

Jornalista formado pela Universidade São Judas Tadeu (SP). Tem passagem pela Rede Minas de Televisão, além de sites esportivos como VerdãoWeb e SPFC.NET. Já atuou como correspondente para diferentes sites, com a redação de notícias.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sem resultados
Ver todos os resultados

Recomendado para Você

Créditos: Instagram/@equipedefrance

Quem vai ser o novo técnico da França após a eliminação da Copa do Mundo de 2026?

14/07/2026
Créditos: Reprodução/Instagram (Lamine Yamal)

Lamine Yamal já é pai com 19 anos de idade?

14/07/2026
Créditos: Instagram/Seleção da França

Vilão da França está sendo vendido por R$ 58 milhões

14/07/2026
Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Beneficiários do INSS são comunicados sobre o pagamento do benefício em julho

14/07/2026
Créditos: Matheus Lima/Vasco

Vasco fica perto de fechar com reforço por 12 milhões de dólares

14/07/2026
  • Contato
  • Política de Privacidade

Diário da Região - Variedades

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política
  • Economia
  • Cidades
  • Cultura
  • Esportes
  • Podcasts
  • Diário Multi
  • Variedades

Diário da Região - Variedades