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Sabrina Sato não ganha dinheiro só com TV e está investindo em plantação no interior de São Paulo

Por Henrique Cesaretti
05/04/2026
Créditos: Reprodução/Globo

Créditos: Reprodução/Globo

Sabrina Sato é um dos nomes mais conhecidos da televisão brasileira, mas sua atuação vai além das câmeras. Nos últimos anos, a apresentadora tem direcionado parte de sua energia para novos projetos, buscando justamente diversificar suas fontes de renda e também se reconectar com origens mais simples.

Esse movimento, no entanto, não surgiu apenas por estratégia financeira. A decisão envolve um lado pessoal forte, ligado à história da família e a uma busca por qualidade de vida fora da rotina intensa das gravações.

Fazenda no interior virou projeto de vida

Foi em Piraju, no interior de São Paulo, que Sabrina encontrou esse novo caminho. A Fazenda Nossa Terra se transformou em ponto de encontro da família e também no centro de um investimento voltado à produção de café.

A iniciativa começou cerca de sete anos atrás, quando decidiram apostar na propriedade rural. Mesmo sem experiência completa no início, o grupo seguiu motivado pelo apego imediato ao local.

Para Sabrina, esse passo representa muito mais do que negócio. Nascida em Penápolis, ela relembra a vida no interior como parte essencial da sua história, algo que agora volta a fazer sentido em sua rotina.

Ela destaca que o café carrega um significado especial no Brasil. Está presente em situações simples e também em momentos marcantes, criando conexões que vão além do consumo.

Créditos: Luiz Eduardo Minervino/Globo Rural

Produção de café envolve rotina intensa

Na prática, a rotina na fazenda exige dedicação constante. A área plantada chega a cerca de 50 hectares, com uma produção que gira em torno de 1,9 mil sacas por safra de café arábica.

O pai da apresentadora, Omar Rahal, teve papel importante desde o início. Com experiência anterior na cultura do café, ele ajudou a orientar decisões e avaliar o potencial produtivo da propriedade.

Ainda assim, o trabalho no campo trouxe desafios que não estavam totalmente previstos. As mudanças climáticas, por exemplo, passaram a impactar diretamente o desempenho da lavoura.

Segundo Rahal, a irrigação se tornou praticamente indispensável nos últimos anos. Sem esse cuidado, a produção pode ser comprometida.

Além disso, o acompanhamento precisa ser frequente. Não é possível ficar muitos dias sem visitar a plantação, já que pragas e doenças podem surgir rapidamente.

Entre as estratégias adotadas estão técnicas como a safra zero, podas e adubação regular. Mesmo com as dificuldades, o cenário atual tem sido visto com mais otimismo, principalmente pela valorização do café no mercado e pela redução de custos em comparação a períodos anteriores.

Créditos: Freepik

Sustentabilidade aparece como diferencial

A fazenda também vem se destacando por práticas ligadas ao meio ambiente. Esse fator aproximou a propriedade da Nescafé, que iniciou uma parceria de consultoria.

De acordo com Barbara Velo, gerente de ESG e Coffee Expertise da empresa no Brasil, o local já apresentava características importantes antes mesmo do acordo, como preservação ambiental e cuidado com o solo.

Neste momento, o trabalho está voltado à adaptação e evolução dessas práticas, com foco em possíveis certificações no futuro. Para Sabrina, esse processo reforça a importância de valorizar todo o caminho do café até chegar ao consumidor, mostrando que o produto final envolve muito mais do que apenas a colheita. Esse movimento, inclusive, dialoga com iniciativas no estado de São Paulo que incentivam o turismo rural e valorizam a cultura do café no interior.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Henrique Cesaretti

Henrique Cesaretti

Jornalista formado pela Universidade São Judas Tadeu (SP). Tem passagem pela Rede Minas de Televisão, além de sites esportivos como VerdãoWeb e SPFC.NET. Já atuou como correspondente para diferentes sites, com a redação de notícias.

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