O Brasil mais uma vez teve que adiar o sonho do Hexa, já que a “amarelinha” foi derrotada por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo. Mas, essa eliminação custou caro, não só dentro de campo. Estamos falando do bolso, já que a Seleção foi punida pela Fifa, após atitude de Neymar.
A eliminação do Brasil teve impacto financeiro para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Nos acréscimos da partida, Neymar recebeu cartão amarelo após cometer falta em Martin Ødegaard, aumentando o valor das multas aplicadas pela Fifa por infrações disciplinares durante o torneio.
NEYMAR NA COPA DO MUNDO
— Olé do Brasil (@Oledobrasil) July 5, 2026
– 2 jogos
– 1 cartão amarelo pic.twitter.com/9j4FPA07H0
Como funciona o regulamento envolvendo cartões
Pelo regulamento da entidade, cada cartão amarelo gera uma multa de 10 mil francos suíços para a federação do jogador punido, valor equivalente a cerca de R$ 64 mil. Em casos de cartão vermelho direto, a penalidade sobe para 20 mil francos suíços, enquanto expulsões por dois cartões amarelos custam 15 mil francos suíços.
Ao longo dos cinco jogos disputados na competição, a Seleção Brasileira acumulou oito cartões amarelos e nenhuma expulsão. Com isso, a CBF terá de desembolsar 80 mil francos suíços, aproximadamente R$ 514 mil na cotação atual, referentes às punições disciplinares aplicadas aos atletas.
Os primeiros cartões foram recebidos por Casemiro e Ibañez na estreia diante do Marrocos. Na sequência, Douglas Santos foi advertido contra o Haiti, enquanto Danilo e Fabinho receberam cartões no confronto com a Escócia. Nas oitavas de final contra o Japão, Casemiro voltou a ser advertido, assim como Fabinho, antes de Neymar fechar a lista de punições diante da Noruega.
Casemiro foi o jogador brasileiro que mais contribuiu para o valor da multa, ao receber dois cartões amarelos durante a campanha. Apesar de a Seleção não ter tido nenhum atleta expulso na Copa do Mundo, o acúmulo de advertências resultou em uma cobrança superior a meio milhão de reais para a CBF.





