A “exclusão” foi dos produtos Frontera Sparkling Rosé, Frontera Ice Rosé em lata e Frontera Rosé engarrafado. Os três são produzidos pela vinícola chilena Concha y Toro, reconhecida mundialmente. A decisão da Mercian se dá pela presença do citrato de cobre, que é um aditivo alimentar não autorizado no Japão.
A própria empresa revelou no comunicado que acredita em um impacto extremamente baixo do aditivio para o organismo. Não à toa, é permitido em outros países. No Japão, porém, não há a aprovação. O citrato de cobre é utilizado com o objetivo de eliminar outros sabores advindos da fermentação e do armazenamento, segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).
A retirada dos produtos ocorre três anos depois da chegada no Japão. A Mercian estipula que mais de 620 mil unidades foram comercializadas, mas somente 40 mil estão em circulação no momento. Não há informações sobre posicionamento da Concha y Toro em relação à determinação no arquipélago asiático.

O que é o citrato de cobre?
O citrato de cobre está presente no vinho para retirar os odores após o processo de redução. É possível que o líquido adquira um cheiro “podre” de compostos sulfurados com o sulfeto de hidrogênio com a falta de contato junto do oxigênio.
Além disso, a substância pode ser utilizada como suplemento nutricional. O mineral cobre é essencial para a produção de energia, formação de colágeno, metabolismo do ferro e sistema imunológico.





