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5 frutas que estão em risco de extinção no Brasil

Por Isa Luciano
29/10/2025
Créditos: Foto de Jonas Kakaroto na Unsplash

Créditos: Foto de Jonas Kakaroto na Unsplash

A Mata Atlântica, outrora cobrindo 1,3 milhão de km², hoje conserva apenas 7% de sua área original devido ao desmatamento intenso. Esse bioma abriga frutas nativas ricas em nutrientes, mas muitas estão em risco de extinção por exploração descontrolada.

Especialistas alertam que a falta de valorização dessas frutas, preferindo importadas, acelera sua perda. Consumir e preservar essas espécies ajuda a manter ecossistemas e cadeias alimentares locais.

Créditos: Divulgação Wikipédia

Cambuci

O cambuci, parente da goiaba, tem formato de vaso e sabor ácido, rico em vitamina C e antioxidantes. Usado em geleias, licores e cachaças, especialmente na Serra do Mar, enfrenta extinção por sementes de curta viabilidade.

Árvores antigas em São Paulo foram cortadas, reduzindo sua presença. Agricultores como Junior Magini veem potencial gastronômico, mas a degradação rápida limita comercialização.

Juçara

Conhecida como “açaí da Mata Atlântica”, a juçara produz frutos roxos similares ao açaí, ricos em ferro e estimulantes. Palmeiras únicas são derrubadas para palmito, colocando a espécie em risco.

Projetos preservam árvores via consumo de frutos em vitaminas e geleias. O agricultor Douglas Bello destaca benefícios nutricionais, mas extração ilegal persiste.

Uvaia

A uvaia, da família das mirtáceas, é ácida e suculenta, ideal para sucos, sorvetes e vinhos. Polinizada por abelhas, estraga rapidamente, complicando transporte.

Na Serra do Mar, combina com cambuci em bebidas como “uísque tropeiro”. Sua perecibilidade e falta de conhecimento limitam cultivo e consumo.

Araçá

Parente da goiaba, o araçá vem em cores variadas (verde, vermelho, roxo) e é agridóce, rico em vitamina C. Árvores até 6 metros fornecem madeira e casca para curtume. Comum em pomares, enfrenta desmatamento.

Usos incluem doces e compotas, mas sementes abundantes dificultam aproveitamento.

Cereja do Rio Grande

Também chamada de “falsa cereja”, tem formato oval e sabor doce intenso, usado em caldas e licores. Árvores de até 10 metros atraem aves e são ornamentais.

Flores brancas servem à indústria de perfumes. Reflorestamentos a utilizam, mas desmatamento ameaça sua sobrevivência.

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Isa Luciano

Isa Luciano

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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