Uma novidade surgiu para um banco ‘queridinho’ dos brasileiros. A gigante fintech Nubank, reconhecida como a empresa mais valiosa do Brasil, revelou alterações significativas em sua política de trabalho remoto.
Em um anúncio recente, a companhia determinou que, a partir de julho de 2026, cerca de 70% dos funcionários deverão estar presentes nos escritórios por dois dias semanais.

Essa mudança visa promover maior interação e colaboração, substituindo o atual regime quase totalmente remoto, onde a presença física ocorria apenas uma vez por trimestre.
Reações Adversas na Equipe do banco
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O anúncio provocou reações intensas entre os colaboradores. Durante uma reunião virtual com participação de aproximadamente 7 mil dos 9,5 mil empregados, muitos expressaram descontentamento.
Funcionários remotos, conectados via Zoom, criticaram a decisão, argumentando que ela afeta desproporcionalmente aqueles residentes em regiões distantes dos centros urbanos, como fora do Sudeste. Alegaram surpresa e falta de inclusão, destacando barreiras geográficas e representatividade limitada.
Demissões por Violação de Conduta
Em resposta aos incidentes, o Comitê de Conduta do Nubank analisou o comportamento durante a assembleia. Resultado: 12 funcionários foram demitidos por justa causa, devido a manifestações agressivas, incluindo insultos e linguagem ofensiva.
A empresa emitiu um comunicado explicando que, embora valorize discussões abertas, impõe limites contra desrespeito. Adicionalmente, diversos outros receberam advertências escritas, reforçando normas éticas.
Expansão e Compromissos Futuros
Para mitigar impactos, o Nubank planeja expandir sua rede de escritórios. Novos locais serão inaugurados em Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, além de internacionais como Buenos Aires e Miami.
A fintech mantém hubs em Montevidéu, Berlim e Durham para networking. Certas posições, como atendimento ao cliente e análise de investimentos, permanecerão remotas, dada a autonomia requerida.
Críticas internas apontam para desigualdades regionais, com funcionários de fora de São Paulo se sentindo prejudicados. O CEO David Vélez admitiu antecipadamente possíveis “disrupções”, mas defendeu a mudança como necessária para inovação.





